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A Ilha do Amor - Sara Wood

Livro: A Ilha do Amor - Sara Wood

Autor - Fonte: Sara Wood

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...The Billionaire’s contract bride Sara Wood Harlequin Jéssica nº 01 Para a grande surpresa de Catherine, a ilha em que ela sempre viveu é deixada de herança para Zach Talent, um viúvo jovem e atraente, porém viciado em trabalho. Zach quer a ilha só para ele, e exige que Catherine vá embora de sua propriedade. Mas assim que se conhecem melhor, surge uma grande atração entre os dois. Apesar de toda a química, Zach quer apenas uma relação sem compromissos. Mas Catherine sabe que ele é mais sensível do que parece. Conseguirá Catherine trazer à tona esse homem ideal? Tradução: Heitor Pitombo PUBLICADO SOB ACORDO COM HARLEQUIN ENTERPRISES II B.V. Todos os personagens desta obra são fictícios. Qualquer semelhança com pessoas vivas ou mortas é mera coincidência. Copyright © 2003 by Sara Wood Originalmente publicado em 2003 por Harlequin Mills & Boon London Título original: THE BILLIONAIRE\'S CONTRACT BRIDE HARLEQUIN ROMANCES 2005 Digitalização e revisão: Nelm?? CAPÍTULO UM ? Oi, pessoal. Catherine tentou parecer radiante mas falhou. Enquanto encostava seu pequeno barco perto do grande saveiro holandês de Tom, ela pôde ver, pelos rostos de seus amigos, que os rumores que ouvira em Saxonbury provavelmente eram verdadeiros. Tom, Steve, Nick e Dudley emergiram da espaçosa cabine que havia na coberta de proa, parecendo exageradamente simpáticos. Isso tornou as coisas piores. Agora ela tinha que encara...
o fato de que, se a Ilha Tresanton fora mesmo vendida, então seu futuro estava nas mãos do novo proprietário. Ao virar a cabeça, ela olhou para trás, com saudade, para a bela ilha mais adiante, acima do rio. Muito embora tivesse conquistado uma certa estabilidade durante os três últimos anos, não tinha direito legal de estar lá. Isso não importava para a tolerante e amável Edith Tresanton enquanto senhoria. Mas desde a morte de Edith pairava um ar de incerteza quanto a sua situação. Mãos bem dispostas pegaram as cordas que ela jogou. Enquanto levantava o longo vestido, deixou que Os Garotos — como os chamava — a puxassem para bordo. Seu cabelo escuro de cigana saiu do laço, e ela habilmente o amarrou de novo, enquanto seu rosto doce e de ossos frágeis ostentava uma palidez incomum. ? Estávamos falando sobre você ? disse Tom enquanto a cumprimentava. — Quer uma xícara de chá? Ela balançou a cabeça apreensiva. Steve lhe deu um beijo. — Sabia que a ilha tem um novo dono? ? perguntou, aflito. O coração da moça fraquejou. ? Já suspeitava. Isso quer dizer que eu posso estar em apuros — respondeu ela. — O que você sabe? — perguntou. ? Um caminhão de mudanças tem ido e vindo. Disseram que uma mulher londrina assumiu o controle ? respondeu Tom desanimando ainda mais Catherine. — É. Não é da nossa classe. ou de Edith ? resmungou ele. ? Um tipo meio afetado. A impressão era de que haveria, definitivamente, mudanças na ilha. e na casa de Edith. O ar charmoso e rústico da mansão provavelmente seria alterado com a adição de uma cozinha de aço inoxidável e de tecnologia futurista. E a ilha viraria um só gramado. Mas e quanto a ela? Seu olhar saudoso fitava longamente o toldo escarlate da cabina de seu barco cheio de vasos de flores, chaminés sortidas e parafernália para botes pequenos. Com estilo tradicional e aconchegante, o barquinho fora uma solução ideal e barata de moradia, para que pudesse viver e trabalhar numa região muito valorizada. Em todos os seus vinte e seis anos ela nunca se sentira tão insegura. A cor amarela era tão gritante que deixava o carro visível a quase um quilômetro de distância. O veículo seguia lentamente. Ela se levantou tremendo. Talvez deixassem ela ficar. Edith a havia deixado ficar com um pequeno pedaço de terra para cultivar vegetais. E, com certeza, gostaria de ver as galinhas de Catherine perambulando livremente. — Obrigada pela informação — agradeceu ela. — Quer que nós a acompanhemos como seus "capangas"? – sugeriu Steve, fazendo uma pose agressiva de brincadeira. Ela sorriu em gratidão. Cada um deles a ajudara enormemente nos velhos tempos. Todos os Garotos eram pobres, mas tinham bons corações e fariam qualquer coisa pela amiga. Consolada por Steve, ela apoiou sua pequena mão na manga do colete de tricô cheio de bolsos do colega, e fez uma anotação mental para que não se esquecesse de lhe tricotar um outro antes de o in...
a casa de Edith. O ar charmoso e rústico da mansão provavelmente seria alterado com a adição de uma cozinha de aço inoxidável e de tecnologia futurista. E a ilha viraria um só gramado. Mas e quanto a ela? Seu olhar saudoso fitava longamente o toldo escarlate da cabina de seu barco cheio de vasos de flores, chaminés sortidas e parafernália para botes pequenos. Com estilo tradicional e aconchegante, o barquinho fora uma solução ideal e barata de moradia, para que pudesse viver e trabalhar numa região muito valorizada. Em todos os seus vinte e seis anos ela nunca se sentira tão insegura. A cor amarela era tão gritante que deixava o carro visível a quase um quilômetro de distância. O veículo seguia lentamente. Ela se levantou tremendo. Talvez deixassem ela ficar. Edith a havia deixado ficar com um pequeno pedaço de terra para cultivar vegetais. E, com certeza, gostaria de ver as galinhas de Catherine perambulando livremente. — Obrigada pela informação — agradeceu ela. — Quer que nós a acompanhemos como seus "capangas"? – sugeriu Steve, fazendo uma pose agressiva de brincadeira. Ela sorriu em gratidão. Cada um deles a ajudara enormemente nos velhos tempos. Todos os Garotos eram pobres, mas tinham bons corações e fariam qualquer coisa pela amiga. Consolada por Steve, ela apoiou sua pequena mão na manga do colete de tricô cheio de bolsos do colega, e fez uma anotação mental para que não se esquecesse de lhe tricotar um outro antes de o inverno chegar. Se ela ainda estivesse por lá. — Eu deixo vocês informados — respondeu Catherine. — Primeiro, vou apelar para a sua boa vontade. Mas fiquem de prontidão caso ela não a tenha — brincou sutilmente. — Faça com que ela caia nas suas graças — sugeriu Tom secamente. — Sem chance! — E se ela disser que os seus clientes não podem usar a ponte, ou mandar você embora? — perguntou Steve. Trêmula, ela engoliu em seco. Todos ali sabiam que não existia estabilidade. Seria o fim de sua vida idílica. Teria que ir para um apartamento escuro, num bairro qualquer contaminado pela criminalidade. — Não teria escolha a não ser partir — respondeu por fim. CAPÍTULO DOIS Zachariah Talent não notou as plantas que tentavam tapar o terreno arborizado. Da mesma forma, não dava para notar as cercas vivas na nódoa branca da floração de maio, enquanto as cercaduras ostentavam imponentes dedaleiras rosadas. Típico homem da cidade, cabelo negro impecavelmente e cortado, Zach permanecia abstraído de qualquer um desses prazeres rurais. — Campestre demais. Como é degradante a vida desses caipiras. São todos horrendos. Sem tirar os olhos do laptop, ele continuou a olhar para uma sucessão de figuras em seu celular, enquanto seu costumeiro semblante sério fazia com que as sobrancelhas grossas e escuras se tornassem uma coisa só. — Estamos quase chegando, Zach — disse mansamente a elegante Jane. — Não é excitante? De modo b...
verno chegar. Se ela ainda estivesse por lá. — Eu deixo vocês informados — respondeu Catherine. — Primeiro, vou apelar para a sua boa vontade. Mas fiquem de prontidão caso ela não a tenha — brincou sutilmente. — Faça com que ela caia nas suas graças — sugeriu Tom secamente. — Sem chance! — E se ela disser que os seus clientes não podem usar a ponte, ou mandar você embora? — perguntou Steve. Trêmula, ela engoliu em seco. Todos ali sabiam que não existia estabilidade. Seria o fim de sua vida idílica. Teria que ir para um apartamento escuro, num bairro qualquer contaminado pela criminalidade. — Não teria escolha a não ser partir — respondeu por fim. CAPÍTULO DOIS Zachariah Talent não notou as plantas que tentavam tapar o terreno arborizado. Da mesma forma, não dava para notar as cercas vivas na nódoa branca da floração de maio, enquanto as cercaduras ostentavam imponentes dedaleiras rosadas. Típico homem da cidade, cabelo negro impecavelmente e cortado, Zach permanecia abstraído de qualquer um desses prazeres rurais. — Campestre demais. Como é degradante a vida desses caipiras. São todos horrendos. Sem tirar os olhos do laptop, ele continuou a olhar para uma sucessão de figuras em seu celular, enquanto seu costumeiro semblante sério fazia com que as sobrancelhas grossas e escuras se tornassem uma coisa só. — Estamos quase chegando, Zach — disse mansamente a elegante Jane. — Não é excitante? De modo b...

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Comentários:
Ju : Amei muito.....
minuche: uaua!!!!!!!!!!!!! amei.me cativou.muito linda mesmo..
JOANA: AMEIIII..
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