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A Ilha do Amor

Livro: A Ilha do Amor

Autor - Fonte: Anne Weale

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... Lost Lagoon Anne Weale Ela foi obrigada a escolher entre a fama e o amor! "Que espécie de mulher é você? Ontem, estava louca de amor em meus braços; hoje, raciocina como uma caixa registradora!" Sozinha na cama, Regine ainda ouvia as palavras de Daniel. Ela o amava e seu corpo ainda vibrava com a lembrança dos momentos de paixão que vivera com ele na ilha. Mas não pretendia deixar que aquele amor a acorrentasse ao casamento e a impedisse de atingir o sucesso pelo qual tanto lutara. Digitalização: Tinna Revisão: Crysty Copyright: Anne Weale Título original: Lost Lagoon Publicado originalmente em 1987 pela Mills & Boon Ltd., Londres, Inglaterra Tradução: Ana Maria Stevens Copyright para a língua portuguesa: 1988 EDITORA NOVA CULTURAL LTDA. Av. Brigadeiro Faria Lima, 2000 — 3 andar CEP 01452 — São Paulo — SP — Brasil Esta obra foi composta na Editora Nova Cultural Ltda. Impressa na Divisão Gráfica da Editora Abril S.A. CAPÍTULO I Regine chegou a Vancouver no princípio do verão. Embora estivesse viajando a serviço, aproveitava as primeiras horas do dia para praticar seu exercício predileto: caminhar. Saía do hotel antes do café da manhã e andava até chegar ao Nine O'Clock Gun, um velho canhão inglês fabricado em 1816 e levado para o Canadá no final do século passado. Nesse ponto, fazia uma pequena pausa para recuperar o fôlego, e, cobrindo os olhos com as mãos para protegê-los do sol, contemplava com prazer o imenso porto que se estendia em direção a Second Narrows Bridge. Em seguida, virava-se para admirar as montanhas e tomava o caminho de volta. Loira e alta, Regine chamava a atenção dos outros praticantes de caminhadas e corridas pela aparência saudável e pelo ritmo gracioso que imprimia a seus movimentos. Depois de duas semanas na cidade, ela já conhecia de vista a maioria das pessoas que costumavam caminhar por ali naquele horário. Eram quase sempre os mesmos de meia-idade ...
que diariamente faziam exercícios e, ofegantes pelo esforço físico, mal conseguiam responder a seu cumprimento. Certa manhã, entretanto, Regine viu alguém que até então nunca tinha cruzado seu caminho. Ela estava olhando as grandes letras que compunham o nome do Sheraton Hotel, quando, de repente, um vulto masculino atravessou seu campo de visão. Ó movimento foi tão rápido, que ela não conseguiu ver o rosto do homem, mas notou que tinha cabelos muito negros, ombros musculosos e costas largas e bem-feitas. Regine sorriu ao reparar a tranqüilidade com que ele corria: em contraste com os outros, parecia não estar fazendo nenhum esforço. Visto por trás, sem dúvida era bastante atraente. E o perfume que deixara no ar revelava um gosto requintado. Seguindo-o com o olhar, Regine se perguntou por que não o teria encontrado antes. Instintivamente apressou o passo, porém as curvas do calçadão, que acompanhavam a orla marítima, não demoraram a escondê-lo de sua vista. Envolvida pelo aroma agradável das árvores e do mar, Regine diminuiu novamente o ritmo da caminhada e ficou admirando o pequeno lago situado do outro lado da rua, conhecido como Lagoa Perdida. De repente, percebeu que estava pensando no rosto do desconhecido e desejando que fosse tão bonito quanto seu corpo musculoso. Quase uma hora após ter saído, retornou ao hotel e começou a preparar o café da manhã. Tinha escolhido um apartamento onde podia cozinhar: gostava muito de culinária e, de qualquer forma, preferia sempre sentir-se independente. Às oito e dez, já tinha tomado banho e estava pronta para enfrentar um longo dia de trabalho. Na manhã seguinte, voltou a ver o desconhecido, que mais uma vez passou por ela sem sequer esboçar um cumprimento. Na realidade, pareceu nem tê-la notado, e isso a intrigou um pouco. Apesar de não ser nada presunçosa, sabia que era uma mulher bonita e que suas pernas bem-feitas costumavam atrair os olhos masculinos. Se ele não lhe dera ...

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Sol: Lindo.
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