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Terapia de Regressão de Memória

A dama e o escorpião

Livro: A dama e o escorpião

Autor - Fonte: Samantha Saxon

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... A Dama E O Escorpião
The Lady Killer
Samantha Saxon


França, 1811.

Mel. ou veneno?

Nicole Beauvoire é inteligente, charmosa e tem o instinto de uma caçadora. Por uma causa nobre e para proteger os inocentes, ela arrisca a vida e a segurança, em seu trabalho de espionagem. Até o dia em que se defronta com Daniel McCurren e ele lhe faz uma advertência terrível. Os franceses prepararam uma armadilha para a linda espiã. Nicole não confia em Daniel, mas sente por ele uma atração irresistível. Um desejo poderoso que ameaça sobrepujar toda a razão e o bom senso. E quando os inimigos apertam o cerco, Nicole descobre que o maior risco que ela já correu foi colocar sua vida. e seu coração. nas mãos de um homem que não conhece seus mais sombrios segredos.



Digitalização e Revisão: Crysty

Copyright © 2005 by Samantha Saxon
Originalmente publicado em 2
05 pela The Berkley Publishing Group.

PUBLICADO SOB ACORDO COM THE BERKLEY PUBLISHING GROUP.
NY,NY-USA Todos os direitos reservados.

Todos os personagens desta obra são fictícios. Qualquer semelhança com
pessoas vivas ou mortas terá sido mera coincidência.

TÍTULO ORIGINAL: The Lady Killer

EDITORA
Leonice Pomponio

ASSISTENTE EDITORIAL
Patrícia Chaves

EDIÇÃO/TEXTO
Tradução: Susana Isabel Vidal
Revisão: Luiz Chamadoira

ARTE
Mônica Maldonado

ILUSTRAÇÃO
Hankins + Tegenborg, Ltd.

COMERCIAL/MARKETING
Silvia Campos

PRODUÇÃO GRÁFICA
Sônia Sassi

PAGINAÇÃO
Dany Editora Ltda.

© 2007 Editora Nova Cultural Ltda.
Rua Paes Leme, 524 - 10s andar - CEP 05424-010 - São Paulo - SP
www.novacultural.com.br

Impressão e acabamento: RR Donnelley Moore


Capítulo I


Paris, França, 16 de outubro de 1811
Nicole fechou os olhos, sem conseguir afastar a imagem. Tinha visto o general Capette caído sobre a escrivaninha de mogno com o sangue escorrendo em profusão da ferida aberta na parte de trás da cabeça. Ainda sentia o cheiro de pólvora espalhando-se pela luxuosa suíte do quinto andar que ela, por ser a camareira, recebera ordem de limpar.
Estava bastante assustada também com a atitude dos soldados franceses que a tinham interrogado alguns momentos atrás. En¬traram no lúgubre aposento apontando suas pistolas, de cara fe¬chada, músculos retesados e uma expressão gelada nos olhos.
— Que foi que aconteceu aqui? — urrou o tenente, correndo na direção dela.
O som áspero de suas botas pretas ecoou nos painéis de madeira talhada que cobriam as paredes. Nicole tentou explicar, mas não achava palavras para descrever a cena horrenda que acabara de testemunhar. Sangue escorria pelos vãos do assoalho. Ela se ajoe¬lhou, procurando limpar o líquido antes que fosse absorvido pelas tábuas do chão, mas o tenente a levantou com força pelo braço.
— Mademoiselle, responda!
— Eu. eu estava arrumando o quarto do general quando um homem. — ela apontou para uma das janelas.
Antes que conseguisse terminar a frase, um outro soldado foi imediatamente até a janela indicada.
— Aqui há uma corda pendurada que vem do teto — informou ao seu superior.
A mão calejada do jovem tenente segurou o queixo de Nicole, forçando-a a olhar bem dentro dos seus olhos.
— Descreva o homem — ordenou.
— Tinha cabelos claros, alto, bem apessoado. Ele. ele atirou no general e fugiu pela sacada.
— Gaston — o tenente se dirigiu ao soldado. — Faça uma busca no telhado. Eu vou verificar a rua e a senhorita permaneça aqui até que eu volte — completou com olhar de poucos amigos.
— Não! Não me deixe aqui! E se.
— Não tenha medo, mademoiselle. O homem não vai voltar. Ele vai tentar fugir do hotel o mais rápido possível.
O tenente virou-se para sair, mas Nicole agarrou seu braço.
— Por favor, não me deixe aqui — implorou aterrorizada.
Com um suspiro mal-humorado, o militar concordou. Saiu em¬purrando Nicole junto com ele pela escada de serviço. Desce ...

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