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A chama do amor

Livro: A chama do amor

Autor - Fonte: Margaret Moore

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...Uma noiva relutante.
Jamais a doce e obediente virgem Madeline de Montmorency revoltara-se contra seu destino. Mas daquela vez seria diferente! Não iria para o leito nupcial com um estranho. Especialmente quando seu coração já escolhera outra aliança. uma aliança com um homem tido como fora-da-lei e larápio!.
Um rebelde fora-da-lei.
Dafydd estava cansado de lutas até pousar o olhar na ardente Madeline. Ali estava a primeira normanda a quem não sentia vontade de chamar de inimiga. Ao contrário. Tudo que queria fazer era chamá-la de meu amor. mesmo contra tudo e contra todos!

A Chama do amor

“The Welshman's way”

Margaret Moore


PRÓLOGO



No estábulo do monastério dominicano de St. Christopher, um burrico se mexeu e um rato se esgueirou por sob a palha. Com movimentos rápidos e silenciosos, Dafydd ajustava a sela sobre o ca¬valo, ignorando a dor no ombro ferido.
Embora a maioria dos monges estivesse dormindo, vira da enfermaria a luz fraca de um
vela na capela, onde frei Gabriel costumava ficar de vigília. Considerando o quanto ele e seus bons irmãos haviam se arriscado abri¬gando-o secretamente, lamentava partir dessa maneira, mas não tinha opção. Até o falecimento do abade Peter, convalescera relativamente a salvo, mas o novo dirigente, com seu interesse em assuntos de Estado, não hesitaria em entregar ao senhor normando mais próximo um re¬belde galês como ele.
Com a partida do ambicioso abade Absalom, em viagem para celebrar um casamento que uniria duas importantes famílias normandas, surgira o momento ideal para a fuga. Invadindo seus aposentos, recuperara a velha espada e confiscara algum dinheiro para a longa e difícil jornada, bem como roupas adequadas.
Dafydd prendeu a trouxa improvisada na sela e con¬duziu o cavalo para fora. Não era uma montaria impres¬sionante, mas aparentava dispor da energia e força ne¬cessárias à longa jornada por estradas difíceis que em¬preenderia. Além de desviar-se de cidades e aldeias e esquivar-se de outros viajantes, cuidaria também de pas¬sar bem longe das terras de lorde Trevelyan e seu genro, Morgan, que tinham bons motivos para se lembrar dele.
Assim, Dafydd ap Iolo partiu no rumo noroeste. Tão logo alcançasse a região mais remota do país de Gales, casaria-se com uma galesa simples e tranquila e com ela teria muitos filhos. Bastava de lutas, mortes e privações.
Só queria viver em paz.





CAPITULO UM



Gloucestershire, 1222
adeline de Montmorency olhou para a.madre superiora como se não estivesse acreditando no que ouvira, o que era mesmo o caso.
— Lamento ter de informar-lhe sobre esse assunto de forma tão abrupta — amenizou irmã Bertrilde, a voz tão fria quanto as paredes de pedra do aposento espartano do convento. — A carta de seu irmão acabou de chegar.
— Devo me casar em quinze dias? — inquiriu Madeline, incrédula, desejando que a madre superiora, reconhecida por sua seriedade, estivesse fazendo uma brincadeira.
Mas não, não estava.
— Assim informa seu irmão.
Madeline agitou-se, ansiosa, tentando digerir a notícia extraordinária. Não via o irmão há dez anos, desde a morte dos pais, por febre, com intervalo de poucos dias. Nos primeiros meses, aguardara um contato dele, ima¬ginando o dia em que iria buscá-la para levá-la para casa, para longe daquele convento, de volta ao mundo de liberdade, cor e felicidade. não para outra prisão, na qualidade de esposa de um homem que nunca vira.
— Com certeza, ele não decidiria sobre esse assunto sem conversar comigo — protestou. — Ele menciona um noivado ou.
— A menos que tenha perdido a capacidade de ler — cortou madre Bertrilde, severa —, tenho certeza de que o contrato já foi assinado. Uma vez que está sob a guarda de seu irmão, deveria estar preparada para obedecê-lo.
— Mas quem é esse lorde Chilcott? Nunca ouvi esse nome! — protestou Madeline, pasma com a fatalidade ex¬pressa no semblan...

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Comentários:
Paula: Divertida e emocionante! Amei o casal..
Aninha: Maravilhoso romance.
Rose: Bom romance.
minuche: cativante.fascinante.muito especial.maravilhosa....e eu concordo.gostei muito mesmo..
Aidil Ribeiro de Oliveira: Fernanda, digite novamente o número 59 e ok aparecerá a última folha do romance. Atenção não é 60 e sim 59.
Fernanda : Cadê o final pelo amor de Deus? .
Carine: Muito bom, eu adorei..
jo: maravilhoso!!!.
keully: muito especial.
Esther : Q historia fascinante......
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