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Terapia de Regressão de Memória

Sempre ao seu lado

Livro: Sempre ao seu lado

Autor - Fonte: Elizabeth Barnes

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... Forgive and Forget

Elizabeth Barnes


Reid e Kathy seriam apenas amantes, não fosse uma certidão de casamento que legalizava tudo!

Desde o momento em que conheceu Reid, Kathy soube que não poderia lutar contra a química existente entre eles. Na época, com apenas dezoito anos, estava desesperada para fugir de sua vida solitária. Reid representara a salvação. e a perdição. Oito anos depois, já não era a garota ingênua que partira com ele. Amadurecera, tornara-se mais experiente e com total controle sobre sua vida. Até Reid voltar. E entrar em sua vida novamente feito um furacão!

Digitalização: Carla Matos
Revisão: Nete
Formatação: Raquel





Copyright © 1993 by Elizabeth Barnes Originalmente publicado em 1993 pela Mills & Boon Ltd., Londres, Inglaterra
Todos os direitos reservados, inclusive o direito de reprodução total ou parcial, sob qualque
forma.
Esta edição é publicada através de contrato com a Müls & Boon Ltd.
Esta edição é publicada por acordo com a Mills & Boon Ltd.
Todos os personagens desta obra são fictícios. Qualquer semelhança com pessoas vivas ou mortas terá sido mera coincidência.
Título original: Forgive and Forget
Tradução: Sílvia L. Sardo
EDITOEA NOVA CULTURAL uma divisão do Círculo do Livro Ltda. Alameda Ministro Rocha Azevedo, 346 – 9° andar CEP: 01410-901 - São Paulo - Brasil
Copyright para a língua portuguesa: 1995 CIRCULO DO LIVRO LTDA.
Fotocomposição: Círculo do Livro Impressão e acabamento: Gráfica Círculo













CAPÍTULO I


O telefone tocou exatamente no momento em que Kathy Loring colocava o café na xícara.
— Deve ser Malcolm! — resmungou. — Só ele telefonaria em pleno sábado às oito horas da manhã.
Para Kathy, porém, o dia somente começava depois do pri¬meiro gole de café. Ao terceiro toque decidiu atender. Malcolm, o homem dedicadíssimo ao trabalho, que não se importava com horários ou com os dias livres de outras pessoas, certamente lhe pediria uma pesquisa qualquer, sem se dar conta de que a biblioteca abriria depois das dez.
— Alô? — Segurando a xícara de café, esperava pelas ordens objetivas de Malcolm.
Em vez da voz profunda e firme de Malcolm, ouviu quase um murmúrio:
— Kathy, minha querida! Que bom encontrá-la em casa! — Depois de uma pausa, à voz continuou meio insegura. — É Kathy, não?
— Sim. — Estava tão certa de que se tratava de Malcolm que precisou forçar a memória. — Tia Margareth? — Tudo indicava que era, mas tia Margareth nunca ligava. Preferia escrever longas cartas. — Aconteceu alguma coisa?
— Minha igreja em Vermont. Ontem houve um incêndio. A igreja não foi destruída, porém, ficou terrivelmente danifi¬cada. Bem, toda aquela madeira queimada. o cheiro. — Por um instante, tia Margareth vacilou. Suspirou e continuou com voz mais firme. — Oh, foi horrível. Havia repórteres e fotógrafos por toda a parte, fazendo mil perguntas e fotografando todos os ângulos. Afinal, foi um acontecimento e tanto para eles. Querida, você tem o jornal de hoje?
— Sim. Por quê?
— Deve ter fotos. Imagine. Nossa velha igreja ocupando as primeiras páginas dos jornais do país. Bem, creio que o incêndio veio atender às preces de muitos jornalistas, se é que sabem rezar, pois, segundo dizem, não acontece nada de inte-ressante na semana entre o Natal e o Ano-Novo. Além disso.
Kathy esticou ao máximo o fio do telefone a fim de alcançar o jornal que deixara sobre a mesa da cozinha.
— Sim. sim. Aqui está — Kathy interrompeu-a, desdo¬brando o jornal. — Na primeira página.
A foto muito nítida mostrava as linhas clássicas da igreja em estilo neo-inglês, pintada de branco, com as guirlandas enfeitando a ponta principal. A imagem passaria facilmente por um cartão natalino, não fossem as chamas amareladas e os rolos de fumaças.
— Você há de concordar que nossa igreja é muito bonita. Então, pensei. — ...

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