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Uma Paixão Perigosa

Livro: Uma Paixão Perigosa Página 3

Autor - Fonte: Charlotte Lamb

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...ê. — E quem disse que passo o dia inteiro pensando em sexo? Acontece que quando estou ao seu lado, fica muito difícil pensar em outra coisa. Percebendo que o deixara zangado, Laura tentou se desculpar: — Não queria deixar você desse jeito. O interfone tocou. Laura apressou-se em atendê-lo. — Pode falar, Anne. — O produtor está do outro lado da linha. — Certo, pode passar a ligação. Anne, antes de sair para o almoço quero que vá à mercearia e compre dois sanduíches, frutas e dois refrigerantes. E traga café também. Laura começou a falar com o produtor. Patrick ficou olhando para ela. Algumas vezes ele sentia muito ciúme daquela firma, do trabalho de Laura. Muitas vezes chegava a pensar que para Laura o trabalho significava mais do que tudo no mundo. Para Patrick, o trabalho que executava também era de muita importância, mas nem se comparava ao que sentia por Laura. Aquela mulher, desde que a conhecera, significava tudo no mundo. Adoraria que Laura sentisse o mesmo por ele, mas no fundo sabia que isso não acontecia. E tudo não passava de uma grande ironia: com tantas mulheres assediando-o, telefonando-lhe dia e noite, fora se apaixonar logo por Laura Grainger. Patrick estava com vinte e nove anos. E, até conhecer Laura, havia namorado muitas garotas. Todas lindas, cheias de qualidade. Patrick gostara de todas, mas nunca havia se apaixonado. E por quê? Por que tinha se apaixonado por uma mulher tão distante, tão segura de si como Laur...
? Ela o tratava mais como irmão do que como amante. Claro que Laura era atenciosa, companheira. Patrick, porém queria muito mais. Queria entrega, paixão! E ele nunca vira paixão nos olhos de Laura. O que Patrick mais queria era marcar a data do casamento. Talvez casando-se com Laura iria sentir-se mais seguro. Patrick tinha medo que Laura viesse encontrar uma outra pessoa e se apaixonar de verdade. Na manhã seguinte, Patrick acordou com todos os sintomas de gripe. Espirrava, a garganta estava raspando e sentia muita dor de cabeça. Após tomar um analgésico e desistir do café da manhã, ligou.para Laura. — Gripe? Verdade? — Laura perguntou com carinho. — Quer que eu vá até aí cuidar de você? — Não, Laura, obrigado. Não quero que pegue esse vírus. A gripe parece que é forte. — Você se alimentou, Patrick? — Me alimentei, sim — ele mentiu. . — Ótimo. Isso é um bom sintoma. Quando a gente pega uma gripe, tem de fazer de tudo para se alimentar bem. — Querida, infelizmente não poderei ir com você conhecer o chalé. — Não tem importância, vou sozinha. Depois te conto tudo. Não quer mesmo que eu dê uma chegada aí antes de ir? — Não, não quero. — E depois, poderia fazer um chazinho. — Obrigado, querida. Acho que vou dormir o dia inteiro. Dormi muito mal esta noite. — Patrick, tome bastante líquido e se mantenha agasalhado. — Vou fazer isso, não se preocupe. — Um beijo. — Outro pra você. Laura desligou o telefone com pena de Patrick. Olhando através da janela viu que o dia estava lindo, um dia maravilhoso para sair de casa. Se Patrick não estivesse com gripe e pudesse acompanhá-la, na certa gostaria muito do passeio no campo. Ela deu uma olhada para o céu, estava azul, sem nenhuma nuvem. Laura morava em um pequeno apartamento no décimo quinto andar de um moderno edifício. Dalí tinha uma belíssima vista da cidade e do rio. Quando fora morar naquele apartamento, Laura que adorava espaços vazios, decidiu que não teria muitas mobílias, apenas as peças estritamente necessárias, que foram adquiridas de um antiquário ou ganhas de algum parente, para felicidade de Laura, seus parentes eram de extrema generosidade e ela ganhara móveis raríssimos. A família de Laura, muito unida, morava em uma cidadezinha próxima a York e sempre que podiam vinham visitá-la. Principalmente seus pais, que adoravam passear em uma cidade maior. Laura, quase sempre, os acomodava em seu apartamento e insistia para que dormissem em seu quarto. Quando tinha alguém da família como hóspede ela ficava muito feliz e os levava ao cinema, shows e ao teatro. Era um grande prazer para Laura vê-los se divertir embora soubesse que depois de alguns dias, ficavam loucos para voltar para a cidadezinha onde sempre haviam vivido. Laura também sentia saudade de onde nascera. No fundo ela era uma mulher do campo. E tinha sido por causa disso que resolvera comprar um chalé: pelo menos nos finais...
elefone com pena de Patrick. Olhando através da janela viu que o dia estava lindo, um dia maravilhoso para sair de casa. Se Patrick não estivesse com gripe e pudesse acompanhá-la, na certa gostaria muito do passeio no campo. Ela deu uma olhada para o céu, estava azul, sem nenhuma nuvem. Laura morava em um pequeno apartamento no décimo quinto andar de um moderno edifício. Dalí tinha uma belíssima vista da cidade e do rio. Quando fora morar naquele apartamento, Laura que adorava espaços vazios, decidiu que não teria muitas mobílias, apenas as peças estritamente necessárias, que foram adquiridas de um antiquário ou ganhas de algum parente, para felicidade de Laura, seus parentes eram de extrema generosidade e ela ganhara móveis raríssimos. A família de Laura, muito unida, morava em uma cidadezinha próxima a York e sempre que podiam vinham visitá-la. Principalmente seus pais, que adoravam passear em uma cidade maior. Laura, quase sempre, os acomodava em seu apartamento e insistia para que dormissem em seu quarto. Quando tinha alguém da família como hóspede ela ficava muito feliz e os levava ao cinema, shows e ao teatro. Era um grande prazer para Laura vê-los se divertir embora soubesse que depois de alguns dias, ficavam loucos para voltar para a cidadezinha onde sempre haviam vivido. Laura também sentia saudade de onde nascera. No fundo ela era uma mulher do campo. E tinha sido por causa disso que resolvera comprar um chalé: pelo menos nos finais de semana poderia voltar às suas origens. Seria maravilhoso acordar com os cantos dos pássaros e depois poder sair para passear no mato. Quando ela e Patrick haviam ficado noivos, Laura lhe contara sobre a vontade de comprar uma casa no campo. Patrick, de imediato, tinha adorado tal possibilidade pois, como artista ele trabalhava em casa. Depois de discutirem muito a respeito de onde morar quando casados, Patrick decidiu que venderia a casa onde residia e iria para a casa que comprariam no campo. Laura, por sua vez, decidiu que ficaria com o apartamento. Para ela seria muito mais conveniente morar durante a semana em York. Quem estranhou muito essa decisão foram as amigas de Laura, a maioria casada com homens extremamente conservadores. Por sorte Patrick não tinha nada de conservador, muito pelo contrário. Patrick era seu companheiro e não seu dono. Além de inteligente, Patrick era um homem bonito, charmoso e de um coração imenso. Patrick era tão agradável que até aquele dia, Laura nunca encontrara uma pessoa, homem ou mulher, que não gostasse dele. De repente Laura percebeu que se não se apressasse, se atrasaria para o encontro com o dono da imobiliária. Correu para a frente do espelho e escovou o cabelo. A imagem que via refletida era de uma mulher muito bonita, com uma pele perfeita mas os olhos. os olhos, apesar de verdes e brilhantes, pareciam não pertencer a uma pessoa feliz. E Laura sabia o porquê dos seus olhos não refletirem felicidade. Como pr...
de semana poderia voltar às suas origens. Seria maravilhoso acordar com os cantos dos pássaros e depois poder sair para passear no mato. Quando ela e Patrick haviam ficado noivos, Laura lhe contara sobre a vontade de comprar uma casa no campo. Patrick, de imediato, tinha adorado tal possibilidade pois, como artista ele trabalhava em casa. Depois de discutirem muito a respeito de onde morar quando casados, Patrick decidiu que venderia a casa onde residia e iria para a casa que comprariam no campo. Laura, por sua vez, decidiu que ficaria com o apartamento. Para ela seria muito mais conveniente morar durante a semana em York. Quem estranhou muito essa decisão foram as amigas de Laura, a maioria casada com homens extremamente conservadores. Por sorte Patrick não tinha nada de conservador, muito pelo contrário. Patrick era seu companheiro e não seu dono. Além de inteligente, Patrick era um homem bonito, charmoso e de um coração imenso. Patrick era tão agradável que até aquele dia, Laura nunca encontrara uma pessoa, homem ou mulher, que não gostasse dele. De repente Laura percebeu que se não se apressasse, se atrasaria para o encontro com o dono da imobiliária. Correu para a frente do espelho e escovou o cabelo. A imagem que via refletida era de uma mulher muito bonita, com uma pele perfeita mas os olhos. os olhos, apesar de verdes e brilhantes, pareciam não pertencer a uma pessoa feliz. E Laura sabia o porquê dos seus olhos não refletirem felicidade. Como pr...

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Comentários:
Angel 2017: Fraco.
esther vieira 2017.: Já li piores,não tem mais não consegui, mais esse da pr a ler apesar do chove não molha,e da mocinha ficar com um cara da haver, patric era mais complencivel,companheiro, leal,de caráter.Do Josh não tenho nada a dizer autora não esclareceu nada sobre ele, so que era uma fazendeiro..
Adriana: Fraquinho, mas dá para ler!.
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