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Uma Paixão Perigosa

Livro: Uma Paixão Perigosa

Autor - Fonte: Charlotte Lamb

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...Falling in love Charlotte Lamb Você sabe que me quer, Laura. Me quer muito. Confortável. Esta era a palavra exata para descrever a relação de Laura com seu noivo Patrick. Com uma carreira de sucesso, Laura não poderia imaginar-se vivendo uma intensa paixão. Isso até conhecer Josh Kern. Isso até ser beijada por aquele homem dominador, arrogante, seguro de si. Depois do beijo, Laura viveu momentos de dúvidas e medo. Por mais que tentasse, não era capaz de explicar a atração que sentia por Josh. Como fazer para não se apaixonar perdidamente por um homem tão selvagem? Digitalização: Carla Matos Revisão: Mystify Querida leitora, Se eu tivesse de descrever os sentimentos de Laura, a heroína desta história, por Josh, teria obrigatoriamente de usar uma gíria: \"caindo de amor\". Não ria, é isso mesmo! Você também já se sentiu assim, como se flutuasse pelo mundo, como se só o homem amado importasse? Pois isto é amor de verdade. E por mais que você tente negar, dizer que está enganada, seu coração não permite. Então, quer um conselho: quando o amor bater a sua porta, entregue-se a ele, e não se arrependa depois! Janice Florido Editora Copyright © 1993 by Charlotte Lamb Originalmente publicado em 1993 pela Mills & Boon Ltd., Londres, Inglaterra Todos os direitos reservados, inclusive o direito de reprodução total ou parcial, sob qualquer forma. Esta edição é publicada através de contrato com...
a Mills & Boon Ltd. Esta edição é publicada por acordo com a Mills & Boon Ltd. Todos os personagens desta obra são fictícios. Qualquer semelhança com pessoas vivas ou mortas terá sido mera coincidência. Título original: Falling in love Tradução: Adelídia Chiarelli Copyright para a língua portuguesa: 1994 CIRCULO DO LIVRO LTDA. EDITORA NOVA CULTURAL uma divisão do Círculo do Livro Ltda. Alameda Ministro Rocha Azevedo, 346 - 92 andar CEP: 01410-901 - São Paulo - Brasil Fotocomposição: Círculo do Livro Impressão e acabamento: Gráfica Círculo CAPÍTULO I Aquele dia de março estava um pouco frio. Após um banho e verificar alguns documento, Patrick Ogilvie viu que já estava atrasado para o almoço que havia marcado. Enquanto atravessava a ponte no centro de York rumo ao escritório de Laura, o sol saiu de detrás das nuvens e no ar, de repente, ele sentiu um cheiro de primavera. Demorou um pouco para que Patrick percebesse que a fragrância vinha de um dos imensos buquês de flores que uma florista vendia na calçada. Num impulso, ele comprou um deles: narcisos brancos, narcisos amarelos e jacintos de um azul profundo. Quando Patrick entrou no saguão do prédio onde Laura trabalhava, a recepcionista, vendo as flores, não pode deixar de dizer: — Elas são lindas. Agora tenho certeza de que finalmente a primavera chegou. Patrick pegou algumas flores e as estendeu à recepcionista. — Não precisa — ela disse ficando vermelha. — Você merece, Júlia. Aceite as flores. — Patrick não esperava aquela reação de Júlia. A moça, com mais de trinta anos, gordinha, começara a trabalhar de novo após a morte repentina do marido que lhe deixara dois filhos para criar. No início, Julia havia se mostrado super insegura, mas agora sua segurança aumentava a cada dia que passava. — Não precisa se incomodar, Patrick, sei que essas flores são para srta. Grainger. — Claro que são para Laura. Mas estas aqui eu quero que fiquem para você. — Patrick continuava com as flores estendidas. — Pegue. E não se esqueça de colocá-las logo na água. Finalmente Júlia aceitou as flores e, olhando para elas sorrindo, disse com uma certa ansiedade na voz: — Espero que a srta. Grainger não se importe quando souber que você me deu essas flores. E aniversário dela? - Não, o aniversário de Laura é em julho. Comprei essas flores para acreditar que a primavera realmente começou. Depois do longo e rigoroso inverno que passamos, parece mentira que a primavera chegou. E sei que Laura vai adorar ter flores no escritório. Você ó um homem muito gentil, Patrick. Adorei essas flores. Fiquei muito feliz com o presente. — Foi um prazer, Júlia. E as crianças, como estão? — Bem, graças a Deus. — Ótimo. Quando Patrick se afastou, Júlia inspirou profundamente. Aquelas flores a faziam lembrar-se de John, o falecido marido, sempre tão gentil com ela....
precisa — ela disse ficando vermelha. — Você merece, Júlia. Aceite as flores. — Patrick não esperava aquela reação de Júlia. A moça, com mais de trinta anos, gordinha, começara a trabalhar de novo após a morte repentina do marido que lhe deixara dois filhos para criar. No início, Julia havia se mostrado super insegura, mas agora sua segurança aumentava a cada dia que passava. — Não precisa se incomodar, Patrick, sei que essas flores são para srta. Grainger. — Claro que são para Laura. Mas estas aqui eu quero que fiquem para você. — Patrick continuava com as flores estendidas. — Pegue. E não se esqueça de colocá-las logo na água. Finalmente Júlia aceitou as flores e, olhando para elas sorrindo, disse com uma certa ansiedade na voz: — Espero que a srta. Grainger não se importe quando souber que você me deu essas flores. E aniversário dela? - Não, o aniversário de Laura é em julho. Comprei essas flores para acreditar que a primavera realmente começou. Depois do longo e rigoroso inverno que passamos, parece mentira que a primavera chegou. E sei que Laura vai adorar ter flores no escritório. Você ó um homem muito gentil, Patrick. Adorei essas flores. Fiquei muito feliz com o presente. — Foi um prazer, Júlia. E as crianças, como estão? — Bem, graças a Deus. — Ótimo. Quando Patrick se afastou, Júlia inspirou profundamente. Aquelas flores a faziam lembrar-se de John, o falecido marido, sempre tão gentil com ela. — Fred, por favor, fique de olho na porta. Vou colocar as flores na água — a recepcionista pediu ao colega que trabalhava numa mesa vizinha à dela. Anne, a secretária de Laura, estava muito atenta ao trabalho quando Patrick chegou no escritório. Porém, no instante em que ela o viu, abriu um lindo sorriso. As mulheres sempre sorriam para Patrick. — Bom dia, Anne. Como vai? — Quando Patrick se dirigia a uma pessoa, como tinha acabado de acontecer, ele realmente estava interessado em saber se a pessoa estava bem ou não. Patrick era uma pessoa muito preocupada com o bem-estar de todos. — Estou bem, e você? — Felizmente, tudo bem. Tudo maravilhoso. Tem alguém lá dentro com Laura? — ele quis saber, olhando para a porta da esquerda. — Não, Laura está sozinha. Mas espere um pouco para entrar. Ela está ao telefone e pediu para não ser interrompida. — Você está muito bonita — Patrick sentou-se na beirada da escrivaninha de Anne. — Esse vestido é novo? — É novo, sim. — Essa cor é perfeita para você. Devia usá-la com mais frequência. — É mesmo? Obrigada pela sugestão. Aquela era uma atitude típica de Patrick: notar, comentar, incentivar tudo e a todos. \"Se ele não fosse apaixonado por Laura Grainger. esse homem não me escaparia. Com esse corpo e com esses cabelos negros.\", a secretária pensou. Anne se apaixonara por Patrick Ogilvie no primeiro instante em que ele pusera os pés ali no escritório, mas com Laura Graing...
— Fred, por favor, fique de olho na porta. Vou colocar as flores na água — a recepcionista pediu ao colega que trabalhava numa mesa vizinha à dela. Anne, a secretária de Laura, estava muito atenta ao trabalho quando Patrick chegou no escritório. Porém, no instante em que ela o viu, abriu um lindo sorriso. As mulheres sempre sorriam para Patrick. — Bom dia, Anne. Como vai? — Quando Patrick se dirigia a uma pessoa, como tinha acabado de acontecer, ele realmente estava interessado em saber se a pessoa estava bem ou não. Patrick era uma pessoa muito preocupada com o bem-estar de todos. — Estou bem, e você? — Felizmente, tudo bem. Tudo maravilhoso. Tem alguém lá dentro com Laura? — ele quis saber, olhando para a porta da esquerda. — Não, Laura está sozinha. Mas espere um pouco para entrar. Ela está ao telefone e pediu para não ser interrompida. — Você está muito bonita — Patrick sentou-se na beirada da escrivaninha de Anne. — Esse vestido é novo? — É novo, sim. — Essa cor é perfeita para você. Devia usá-la com mais frequência. — É mesmo? Obrigada pela sugestão. Aquela era uma atitude típica de Patrick: notar, comentar, incentivar tudo e a todos. \"Se ele não fosse apaixonado por Laura Grainger. esse homem não me escaparia. Com esse corpo e com esses cabelos negros.\", a secretária pensou. Anne se apaixonara por Patrick Ogilvie no primeiro instante em que ele pusera os pés ali no escritório, mas com Laura Graing...

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Comentários:
Angel 2017: Fraco.
esther vieira 2017.: Já li piores,não tem mais não consegui, mais esse da pr a ler apesar do chove não molha,e da mocinha ficar com um cara da haver, patric era mais complencivel,companheiro, leal,de caráter.Do Josh não tenho nada a dizer autora não esclareceu nada sobre ele, so que era uma fazendeiro..
Adriana: Fraquinho, mas dá para ler!.
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