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VÍDEO: É O FIM DO MUNDO OU O COMEÇO

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Calor de Natal

Livro: Calor de Natal Página 2

Autor - Fonte: Lora Leigh

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...s que você sugeriu não está funcionando bem como esperávamos. - Eu avisei. - a voz de Maydene era tão presunçosa que Haley sentiu um calafrio na espinha - Nem mesmo Morrey está respondendo como você esperava, não é? Eu te disse, você precisa de nós. - Então faremos assim. - Brackenmore disse devagar - Nos encontraremos no hotel e transferiremos o dinheiro para sua conta, mas primeiro veremos pelo que estamos pagando. Entendido? - Muito bem. - Maydene zombou - Volte agora à festa, antes que sintam sua falta. Haley espiou por cima dos livros que cobriam a estante onde se escondia. Ela mal podia vê-los e quando a porta abriu, ela se abaixou cuidadosamente, certa que se Maydene olhasse para trás, ela a sentiria. Ela esperou. Esperou por muito tempo. Sentiu os músculos tensos e o suor escorrendo por sua espinha, mas ainda sentia o perigo. Olhou pela abertura entre os livros e inalou lentamente. Era por isso que Maydene não sentiu o seu cheiro? A passagem de ar puxava o ar para fora da biblioteca e o fazia circular, enquanto que uma outra passagem de ar trazia ar seco para a biblioteca, para proteger os livros raros. Esse mecanismo de renovação de ar somado ao cheiro da água-de-colônia dos homens esconderam o cheiro de Haley. Mas Maydene deve ter suspeitado que havia alguém na sala. Quando Haley começou a considerar o risco de espiar novamente por cima dos livros, ela ouviu um movimento, uma maçaneta girando, uma maldição sendo murmurada. Ela se a...
riscou e viu quando a raça entrou na biblioteca. Só mais um momento, ela disse para si mesma. Se Maydene estivesse desconfiada, ela podia estar do lado de fora. Esperando por quem ela tinha sentido. Meu Deus, sobre o que eles falavam? Drogas para Raças? Venda de informação? Ela tinha que encontrar Noble. O agente Raça saberia o que fazer - ele saberia como cuidar de tudo aquilo. Tinha que encontrá-lo antes que Maydene e seja lá quem fosse que a ajudava, fugissem escondidos da propriedade. Cuidadosamente, ela saiu de trás da estante, agradecida que alguém tivesse feito o pequeno recanto reservado para leitura que Merinus lhe mostrou há algumas semanas atrás. Aquilo salvou sua vida. Agora, sairia da biblioteca furtivamente e ir atrás de Noble. ________________________________________ Havia algo sobre a bibliotecária Haley McQuire que deixava louco o agente de Raça Jaguar Noble Chavin. Ele deveria estar observando o salão de baile, mantendo seus olhos treinados nos dois homens que sabia que tentariam algo hoje à noite para conseguir a informação confidencial das Raças de uma fonte dentro do Santuário. Raças que traiam Raças, por dinheiro. Por ganância. E humanos decididos a destruí-los. Já haviam matado várias raças no dia anterior e se aquela informação não parasse de sair do Santuário, então mais Raças morreriam. Tinha que ser loucura, ele decidiu novamente, quando Haley entrou no salão de baile vindo da direção do corredor da sala das senhoras, porque nada mais podia descrever sua reação em como ela estava completamente deliciosa em seu vestido preto longo rodado de mangas e de corte simples . Ou como ela roubava sua atenção contra todos os seus melhores esforços. O vestido arrastava no chão, a bainha flutuava a sua volta como um sonho sensual enquanto ele tentava afastar os olhos dela. Ele estava ali para aumentar a segurança, não para comer com olhar embevecido a pequena bibliotecária que parecia flutuar em vez de caminhar. Mas seus olhos tinham vontade própria. Seu olhar varreu a saia cheia do vestido, erguendo o olhar pelos quadris curvilíneos, a cintura bem feita e ele engoliu em seco quando foi para onde o tecido caia dos ombros e apenas escondia a sugestão da curva dos doces seios. Ela acreditava que teve sucesso em esconder aquelas curvas com o tecido do vestido, mas ele lhe asseguraria que estava longe da verdade. Ele devia ter parado por ali. Caramba, ele não tinha nada que olhar aquele negócio. Mas ele olhou de qualquer jeito. Ele deixou seus olhos acariciarem a pele lisa, cremosa sobre o tecido, a curva graciosa de sua garganta. Um queixo teimoso. Havia fogo nela. Os lábios de botão de rosa suaves, um nariz atrevido, e olhos que hipnotizavam. Caramba aos diabos, ele não devia olhar, mas ele continuou lá, fitando os olhos que pareciam ir direto para ele. Mergulhou na cor cinza com leves raios azulados. Os cílios castanhos cheios cercavam seus olhos e o encararam...
a sala das senhoras, porque nada mais podia descrever sua reação em como ela estava completamente deliciosa em seu vestido preto longo rodado de mangas e de corte simples . Ou como ela roubava sua atenção contra todos os seus melhores esforços. O vestido arrastava no chão, a bainha flutuava a sua volta como um sonho sensual enquanto ele tentava afastar os olhos dela. Ele estava ali para aumentar a segurança, não para comer com olhar embevecido a pequena bibliotecária que parecia flutuar em vez de caminhar. Mas seus olhos tinham vontade própria. Seu olhar varreu a saia cheia do vestido, erguendo o olhar pelos quadris curvilíneos, a cintura bem feita e ele engoliu em seco quando foi para onde o tecido caia dos ombros e apenas escondia a sugestão da curva dos doces seios. Ela acreditava que teve sucesso em esconder aquelas curvas com o tecido do vestido, mas ele lhe asseguraria que estava longe da verdade. Ele devia ter parado por ali. Caramba, ele não tinha nada que olhar aquele negócio. Mas ele olhou de qualquer jeito. Ele deixou seus olhos acariciarem a pele lisa, cremosa sobre o tecido, a curva graciosa de sua garganta. Um queixo teimoso. Havia fogo nela. Os lábios de botão de rosa suaves, um nariz atrevido, e olhos que hipnotizavam. Caramba aos diabos, ele não devia olhar, mas ele continuou lá, fitando os olhos que pareciam ir direto para ele. Mergulhou na cor cinza com leves raios azulados. Os cílios castanhos cheios cercavam seus olhos e o encararam como se fosse tão incapaz de deixar de encará-lo, assim como ele. O impetuoso cabelo vermelho delicadamente esculpia seu rosto, acrescentando uma faísca de fogo em seus olhos, e só de olhar para ela fez seus dentes se trincarem firmemente lutando para se controlar e tentava sem sucesso afastar os olhos dela. Olhou para os pés dela. Onde a ponta de um pequeno sapato preto aparecia por baixo do vestido. O vestido fluía em torno dela, flutuava e se movia como um sussurro delicado, importunando-o, tentando-o a pensar em suas pernas, queria conferir se eram tão brancas, e sua pele tão macia como ele sabia que ela tinha. Caramba, se ela não deixasse logo de olhá-lo daquele jeito, com aquele fogo oculto, ele tinha certeza que se incendiaria e ia explodir de desejo. Ele se forçou a afastar o olhar, para bem longe, para nem sequer ver os pés dela, mas deslizou o olhar para suas magras e graciosas mãos. Ela não usava anéis. Nenhum enfeite. Como se proclamasse ao mundo que não tinha vínculos e nenhum compromisso. Ela era tão livre quanto o vento, mas que retinha sua força dentro dela. E ela caminhava em direção a ele. Noble olhou seu rosto mais uma vez, viu sua testa franzida, sentiu um arrepio de apreensão em sua nuca ao ver seu rosto. Talvez devesse ter prestado mais atenção ao seu rosto. Porque havia uma ponta de medo naqueles olhos cinza azulados e nos lábios apertados. Seu rosto estava pálido, mas o queixo dela estava erguido com determinaçã...
como se fosse tão incapaz de deixar de encará-lo, assim como ele. O impetuoso cabelo vermelho delicadamente esculpia seu rosto, acrescentando uma faísca de fogo em seus olhos, e só de olhar para ela fez seus dentes se trincarem firmemente lutando para se controlar e tentava sem sucesso afastar os olhos dela. Olhou para os pés dela. Onde a ponta de um pequeno sapato preto aparecia por baixo do vestido. O vestido fluía em torno dela, flutuava e se movia como um sussurro delicado, importunando-o, tentando-o a pensar em suas pernas, queria conferir se eram tão brancas, e sua pele tão macia como ele sabia que ela tinha. Caramba, se ela não deixasse logo de olhá-lo daquele jeito, com aquele fogo oculto, ele tinha certeza que se incendiaria e ia explodir de desejo. Ele se forçou a afastar o olhar, para bem longe, para nem sequer ver os pés dela, mas deslizou o olhar para suas magras e graciosas mãos. Ela não usava anéis. Nenhum enfeite. Como se proclamasse ao mundo que não tinha vínculos e nenhum compromisso. Ela era tão livre quanto o vento, mas que retinha sua força dentro dela. E ela caminhava em direção a ele. Noble olhou seu rosto mais uma vez, viu sua testa franzida, sentiu um arrepio de apreensão em sua nuca ao ver seu rosto. Talvez devesse ter prestado mais atenção ao seu rosto. Porque havia uma ponta de medo naqueles olhos cinza azulados e nos lábios apertados. Seu rosto estava pálido, mas o queixo dela estava erguido com determinaçã...

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Comentários:
zil: Eu fico empresionada com o poder desse romance é fogo!!!ta doido!!!!.
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