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Terapia de Regressão de Memória

Um Amor Imprevisto

Livro: Um Amor Imprevisto

Autor - Fonte: Jill Shavis

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... Jill Shavis

A famosa apresentadora de tevê Dimi Anderson podia ser uma estrela, mas para sua surpresa isso não faria com que a audiência de seu programa aumentasse.
Para solucionar esse problema, Mitch Knight foi contratado para ser o novo diretor do programa, e a única coisa de que precisava para pôr sua estratégia em prática era transformar Dimi em uma apresentadora sexy.
Então Dimi passou a apresentar o programa com mais sensualidade, e, como previsto, os resultados foram positivos! Mas o que Mitch não esperava era que essa estratégia também fosse funcionar com seu coração!




Título original: Eat your heat cut

Disponibilização e Digitalização: Marina
Revisão: Clarice / Formatação: Edina










CAPÍTULO I

— Vinte e cinco segundos para entrar no ar!
Dimi Anderson ignorou tanto o aviso quanto a mulher que maquiava seu rosto, e se
concentrou em Suzie, a produtora do programa.
— Acha que eu não tentei o bastante?
Suzie consultou sua prancheta e estalou os dedos para duas pessoas que estavam em pé, ociosas. Ambas entenderam logo e saíram correndo pelo estúdio, afastando-se delas. Só então Suzie suspirou e voltou a atenção para Dimi:
— Olhe, querida, a verdade dói.
— Mas eu tentei. Juro! Tentei de tudo!
A expressão de Suzie era de pura incredulidade.
— Colocou um anúncio pessoal?
— Vinte segundos! — tornaram a avisar.
Dimi não tirava os olhos de Suzie.
— Apenas anúncios em alguns murais, mas fiz todo o resto a meu alcance. Serviços de namoro pela Internet, agências de casamento, no mercado, no shopping center, no zoo¬lógico, em todos os locais possíveis e imagináveis. Fiz disso tudo um esporte virtual, e nada.
Era frustrante aquele fracasso. E Dimi detestava fracas¬sar. Talvez fosse culpa dos sete divórcios pelos quais seu pai passara ou da natureza controladora e autoritária de sua mãe. Ou seria porque todos que conhecia tinham um amor, exceto ela. E não sabia como resolver aquilo.
— Não existe príncipe encantado em lugar nenhum, Suzie.
A produtora meneou a cabeça.
— Eu a vi na happy-hour, Dimi.
— E daí?
— Você estava mais preocupada com os aperitivos do que com os rapazes que circulavam pelo bar.
Certo, ela gostava da comida de lá. Muito, mesmo.
— Aqueles moços estão interessados em uma coisa só, de qualquer forma. — Dimi parou de falar para que a maquiadora pudesse pintar seus lábios.
— Não sei por que está criticando os pobrezinhos que frequentam aquele estabelecimento, quando você mesma também está atrás de \"uma coisa só\". — Suzie ajustou o microfone na lapela da blusa de Dimi. — Afinal, estamos falando sobre sexo, certo?
Dimi teve um sobressalto na cadeira ao ouvir o comentário.
A maquiadora soltou uma gargalhada.
— Não é bem isso, Suzie.
A verdade era que ela queria muito mais do que uma simples descarga física de energia.
Embora, sem sombra de dúvida, sexo também seria bom. Estranho como era embaraçoso admitir, sobretudo para uma mulher solteira e bem-sucedida no novo milênio, que queria a tal minivan, a cerca branca de estacas e filhos que levaria e buscaria na escola. Desejava ser enlaçada com carinho por braços fortes à noite.
E, sim, talvez também quisesse alguém para levar o lixo para fora. E daí? Qual o problema? Dimi adoraria ter tudo isso.
— Se não é sexo, o que é, então? — Suzie arqueou a sobrancelha. — Sei que namora há séculos.
— Ei! Faz só dois anos!
— Anos?! — Suzie a encarou como se Dimi tivesse cometido um crime. — Querida, um corpo como o seu foi feito para relações quentes e selvagens.
Dimi jogou para Suzie vários conjuntos de roupas do figurino que tinham sido separados para que escolhesse. Nenhum deles lhe caíra muito bem, por isso optara por um traje um pouco mais solto, que ao menos lhe permitiria respirar durante o período que seria obrigada a usá-lo.
Não comer donuts no desjejum ajudaria muito, m ...

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