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Terapia de Regressão de Memória

Meu marido meu inimigo

Livro: Meu marido meu inimigo

Autor - Fonte: Rachel Lindsay

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... Bianca nº31
Copyright: Rachel Lindsay
Título original: "Unwanted wife"
Publicado originalmente em 1960 (1978)
Digitalização/ Revisão: m_nolasco73






Tanya foi morar na casa do marido fingindo ser sua criada! Que terrível segredo a fazia sofrer tanta humilhação?

Resumo: Tanya casou-se aos dezoito anos com Adrian, um homem rico, forte, de olhos azuis perturbadores. A lua-de-mel foi uma doce loucura, cheia de amor e paixão. Mas depois Adrian a abandonou! Anos mais tarde, Tanya foi procurá-lo. Nova desilusão! Ele a desprezou dizendo que estava noivo de outra mulher! Mas Tanya não ia desistir; apesar de humilhada, decidiu lutar pelo marido. Logo percebeu que ele a desejava, mas ela queria maIs do que isso: queria amor, muito amor!








Este livro faz parte de um projeto sem fins lucrativos.
Sua distribuição é livre e sua comercialização estri
amente proibida.
CAPÍTULO I

Adrian Chesterton pegou a caneta, inclinou-se para a frente e começou a assinar a última carta. A luz do abajur realçava o brilho de seu cabelo escuro e dava à sua pele, geralmente pálida, um tom mais escuro.
- Pronto. - Sorrindo, ele fechou a pasta e a entregou ao secretário. - Não pode se queixar de que eu deixo o serviço atrasar.
- O senhor trabalha demais. Não sei como iria se arranjar se não existissem gravadores.
- Eu teria de conseguir mais um secretário, bom como você. Se é que isso é possível - ele respondeu, levantando-se e caminhando para a porta.
Adrian era um homem alto e magro, de trinta e poucos anos, com uma postura que fazia lembrar seus antepassados militares. Suas feições nobres mostravam que os boatos sobre o relacionamento bastante íntimo de um príncipe da Escandinávia com uma Chesterton podiam muito bem ser verdadeiros. Um observador atento notaria que seu belo físico era cheio de contrastes. As sobrancelhas arqueadas, tão bem-feitas que pareciam esculpidas, contrastavam com a boca sensível; os cílios espessos diminuíam a frieza dos olhos azuis e o queixo quadrado de um homem de ação se opunha à testa larga de um pensador.
Quando chegou à saleta de estar, ele encontrou a mãe à sua espera, para tomarem o aperitivo de costume, antes do jantar. A sra. Chesterton, uma mulher de cabelos grisalhos e ar imponente, estava sentada em uma confortável poltrona, olhando os anúncios de casamento no The Times. Só levantou a cabeça quando o filho lhe entregou o copo de sherry.
- Nigel Lockheed vai se casar com a filha de Bruce Cardley. Isso explica por que ele ficou sócio do banco de Cardley, no ano passado.
Adrian cruzou a sala para ligar o rádio. Mal ele começou a ouvir as notícias, sua mãe falou, com impaciência:
- Desligue isso. Preciso falar com você,
- Não vai me falar sobre Diana de novo, vai? - Impaciente, ele abaixou o volume do rádio, mas não o desligou.
- Não sei o que há com vocês dois. Estão noivos há quatro meses e ainda não marcaram a data do casamento.
- Não temos pressa.
- Qualquer um diria que você não quer se casar.
- Isso é bobagem. Claro que eu quero.
- Você pode provar isso marcando a data. Ou é Diana que está hesitando?
- Nenhum de nós está hesitando - ele falou, com calma. - Acontece que nós não estamos com pressa.
Sua mãe franziu a testa.
- Vocês já estão vivendo juntos?
Por um instante, o filho não se manifestou. Depois, sorriu forçado.
- Não, mamãe, não estamos. Mas, mesmo que estivéssemos, isso não tornaria o casamento desnecessário.
- Mas explicaria a falta de pressa. - O silêncio dele não desanimou a sra. Chesterton. - Você está solteiro há tanto tempo, que vai acabar virando um monge. Já é tempo de se casar e formar uma família.
- Vamos marcar a data, depois da eleição. Mas não vai ser um casamento luxuoso, mamãe. Afinal, não é o meu primeiro casamento.
- Mas é o primeiro de Diana, e ela tem o direito de esperar alguma coisa especial. Quanto ao ...

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