Whats: (11)991916085

Você está em: Página inicial / Alucinantes / A Noiva Inesperada
A Noiva Inesperada

Livro: A Noiva Inesperada

Autor - Fonte: Jane Feather

Ir para a página:

...
Comentários sobre o livro:
Há muito tempo não lia um romance tão gostoso, a história é surpreendente deste o princípio. Antony é aquele homem que mistura o gostoso ao bem humorado, ao mesmo tempo duro e cruel nas suas decisões.
A história tem trechos que nos tira boas risadas, como também reflexões sobre até que ponto se é fiel aos amigos e as escolhas que fazemos em nossas vidas.
É um livro que com certeza indico a todas as apaixonadas pela liberdade e pelas escolhas. Antony é simplesmente divino e o amor dele para com Olivia é tudo que uma mulher deseja.
Cildinha_may

Argumento

Um dia, enquanto Olívia Granville passeia pela praia, perdida na leitura de um livro de filosofia grega, se desequilibra e cai de um penhasco. Ao voltar a si, encontra-se nua e cativa a bordo de um navio, ao que tudo indica parece ser um navio pirata. Mas seu sequestrador não é um pirata comum, mas sim um atraente e misterioso homem de olhos cinza, médico e artista, perversame
te sedutor que admite ganhar a vida no mar ao comando do Wind Dancer. O mais desconcertante nisso tudo é que este, ao fixar seu intenso olhar em Olivia, não vê a jovem gaga que foi até o presente momento, mas sim uma bela e apaixonada mulher, capaz de tomar uma grande decisão: …embarcar na aventura de um amor para toda a vida.

Prólogo

Ilha Wight, junho de 1648.

Estava amanhecendo. A chuva caía incessantemente sobre o molhado topo do penhasco e desabava açoitando o quebra - mar sobre o oceano riscado de cristas brancas. Enormes ondas batiam sobre o canal e se espalhavam ao redor de St. Catherine's Point, encrespando-se e rompendo sobre as rochas dentadas em um balanço ensurdecedor e inexorável que orvalhava de espuma branca a escuridão.
Não havia estrelas nem lua, só o ocasional brilho de um raio de luz iluminava a ilha, escondida como uma baleia à entrada do Canal de Solent, com suas colinas e vales enegrecidos pela chuva. O melancólico som da sirene da baliza, sob o escarpado, transpassava as rajadas de vento, levando sua advertência aos navios que lutavam contra a tormenta de verão no enfurecido canal. Uma advertência e uma grata sensação de segurança.
Um pequeno navio conduzido por alguns remadores de rosto sombrio lutavam para mantê-lo em pé naufragava por entre as ondas. A pequena embarcação se aproximava da baliza cabeceando por entre as ondas, balançando como um insignificante pedaço de cortiça à deriva. Da popa, um dos homens lançou um cabo sobre a baliza flutuante e puxou do navio rebocando-o palmo a palmo até que alcançou a bóia e o som rítmico da sirene pareceu ensurdecedor apesar do rugido da água, do vento e do incessante tamborilar da chuva.
Ninguém dizia nada, as palavras seriam levadas ao vento; mas de todos os modos não tinham nenhuma necessidade de falar. Os homens deixaram de remar, enquanto que o marinheiro da popa segurou firmemente o navio à bóia e um de seus companheiros, com mãos peritas, rápidas e habilidosas, enrolou um pedaço de pano grosso ao redor do badalo do sino, silenciando o lânguido som de advertência.
Em seguida se soltaram da bóia e a pequena embarcação voltou para a praia.
Lutando contra vento e a maré, um dos homens elevou a mão assinalando o topo do penhasco. Uma luz piscou e lançou um brilho lampejante, como um farol que arrojasse sua mortífera mensagem em uma noite devastada pela tempestade.
Braços solícitos cercaram o fluxo para pô-los a salvo, rebocando o bote para a areia. Os homens estavam com as roupas molhadas e tremiam de frio, dispusera-se a tomar um bom gole das garrafas que lhes ofereciam. Havia uns vinte homens na praia, não eram mais que silhuetas movediças vestidas de negro que se confundiam com a escuridão do escarpado amontoando-se sob as rochas, e que mantinham os olhos fixos no mar enfurecido, espreitando sua presa.
Uma súbita labareda brilhou no topo do penhasco e todos avançaram como um só homem.
De repente...

Ir para a página:
Comentários:
Aninha: Bom.
Karla: Adorei.... .
Cristiane: Super emocionante! Amei!.
Agnes: Muito bom li todos os 3 livros. Bem escritos. Vale a pena ler. Muitas aventuras!.
jo: bom,mas não excelente..
Deixe aqui seu comentário sobre este livro:
Nome:
Comentário:

WhatsApp: (11) 9 9191 6085
Busca Google