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O Preço da Conquista - Sylvia McDaniel

Livro: O Preço da Conquista - Sylvia McDaniel

Autor - Fonte: Sylvia McDaniel

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...Sunlight on Josephine Street Sylvia McDaniel 3º livro da série das “Viúvas Cuvier” Copyright © 2002 by Sylvia McDaniel Originalmente publicado em 2002 pela Kensington Publishing Corp. PUBLICADO SOB ACORDO COM KENSINGTON PUBLISHING CORP. NY, NY - USA Todos os direitos reservados. Todos os personagens desta obra são fictícios. Qualquer semelhança com pessoas vivas ou mortas terá sido mera coincidência. TÍTULO ORIGINAL: Sunlight on Josephine Street EDITORA Leonice Pomponio ASSISTENTE EDITORIAL Patricia Chaves EDIÇÃO/TEXTO Tradução: Willer Alves / Elisabeth Arantes Bueno Revisão: Regina Elisabeth Barbosa ARTE Mônica Maldonado ILUSTRAÇÃO Thomas Schluck MARKETING/COMERCIAL Silvia Campos PRODUÇÃO GRÁFICA Sónia Sassi PAGINAÇÃO Dany Editora Ltda. © 2008 Editora Nova Cultural Ltda. Rua Paes Leme, 524 - 10 andar - CEP 05424-010 - São Paulo - SP www.novacultural.com.br Premedia, impressão e acabamento: RR Donnelley DIGITALIZAÇÃO: Néia REVISÃO: Cris Paiva Nova Orleans, 1895 Ela não procurava por romance. Tristeza foi a última coisa que Marian Cuvier sentiu ao saber da morte inesperada do marido. Raiva, choque, humilhação, isso sim. E, acima de tudo, uma forte determinação: garantir o futuro de seus filhos e lutar por um novo espaço no mundo. Isto a levou aos negócios de Jean e, conseqüentemente, a Louis Fournet, ex-sócio de seu marido. Provar a Louis que ela era mais do que um inútil bibelô na so...
iedade de Nova Orleans seria o primeiro problema. E quando o atraente e carismático Louis despertou em Marian emoções desconhecidas mas tentadoras, ela descobriu que tentar não se apaixonar seria o mais difícil de todos os desafios. Sylvia McDaniel realizou seu sonho de ser escritora quando a empresa de telecomunicações onde ela trabalhava fechou as portas. A necessidade de ter uma ocupação profissional induziu-a a dedicar-se com afinco à criação de histórias de amor, que já lhe renderam indicações para prêmios e um cargo elevado na Associação de Romancistas da América. "Sylvia McDaniel vai além do intrigante enredo de um homem com três esposas, apresentando uma heroína moderna e à frente do seu tempo, uma mulher independente que as leitoras irão aplaudir em O Preço da Conquista, o terceiro romance da trilogia das Viúvas Cuvier." - Kathe Robin (Romantic Times) "O Preço da Conquista encerra com chave de ouro a trilogia das Viúvas Cuvier, de Sylvia McDaniel." - The Best Reviews "Sylvia McDaniel criou uma personagem forte, que impressiona as leitoras, não só por sua inteligência, como também por sua mentalidade avançada e personalidade caridosa. E uma verdadeira heroína, uma mulher que pode servir de exemplo para muitas de nós. O Preço da Conquista é um romance extraordinário, que eu recomendo!" - Leitora Querida leitora, Jean Cuvier, um rico homem de negócios, não tinha apenas um, mas dois segredos. Duas outras esposas, para ser mais exata. O que foi um escândalo e um choque para Marian Cuvier, sua verdadeira esposa. Agora, com uma família para sustentar, ela assume o lugar do marido na empresa, tornando-se a nova sócia de Louis Fournet, antigo sócio de Jean. Ambos completam a bela trama amorosa deste romance de Sylvia McDaniel. Tenho certeza de que você vai vibrar com esta história! Leonice Pomponio Editora Capítulo I Nova Orleans, 1895 Durante anos, Marian Cuvier imaginou que seu marido tivesse uma amante, e que seu casamento com Jean Cuvier não significasse nada além dos papéis que haviam assinado na cerimônia. Ainda assim, a imagem do homem que passara os últimos doze anos em sua companhia, dera-lhe dois filhos e com ela construíra um lar, e que agora jazia morto no chão de um quarto no Hotel Chateau, tirava-lhe algumas lágrimas de angústia dos olhos. — O que aconteceu? — Marian chorava, pensando em seus filhos, agora órfãos de pai. Policiais em pequenos grupos conversavam em tom baixo à volta do cadáver, dirigindo seus olhares um tanto curiosos para ela. Um homem, inclinado sobre o corpo de Jean, virou-se e perguntou: — Quem é a senhora? — Sou a esposa dele, Marian Cuvier. — Com as pernas ainda trêmulas pela surpresa do ocorrido, seus pensamentos divagavam. Meu Deus, por mais que o odiasse, nunca desejei encontrá-lo morto! O policial agachado perto do cadáver se levantou. Sua ex¬pressão era séria, e ao mesmo tempo parecia confus...
osas, para ser mais exata. O que foi um escândalo e um choque para Marian Cuvier, sua verdadeira esposa. Agora, com uma família para sustentar, ela assume o lugar do marido na empresa, tornando-se a nova sócia de Louis Fournet, antigo sócio de Jean. Ambos completam a bela trama amorosa deste romance de Sylvia McDaniel. Tenho certeza de que você vai vibrar com esta história! Leonice Pomponio Editora Capítulo I Nova Orleans, 1895 Durante anos, Marian Cuvier imaginou que seu marido tivesse uma amante, e que seu casamento com Jean Cuvier não significasse nada além dos papéis que haviam assinado na cerimônia. Ainda assim, a imagem do homem que passara os últimos doze anos em sua companhia, dera-lhe dois filhos e com ela construíra um lar, e que agora jazia morto no chão de um quarto no Hotel Chateau, tirava-lhe algumas lágrimas de angústia dos olhos. — O que aconteceu? — Marian chorava, pensando em seus filhos, agora órfãos de pai. Policiais em pequenos grupos conversavam em tom baixo à volta do cadáver, dirigindo seus olhares um tanto curiosos para ela. Um homem, inclinado sobre o corpo de Jean, virou-se e perguntou: — Quem é a senhora? — Sou a esposa dele, Marian Cuvier. — Com as pernas ainda trêmulas pela surpresa do ocorrido, seus pensamentos divagavam. Meu Deus, por mais que o odiasse, nunca desejei encontrá-lo morto! O policial agachado perto do cadáver se levantou. Sua ex¬pressão era séria, e ao mesmo tempo parecia confusa. — A esposa do sr. Cuvier está sentada na sala ao lado, senhora. — O quê? Sou Marian Cuvier. Esposa dele. E quem é o senhor? — Sou o detetive Dunegan. — Ele a pegou pelo braço e a encaminhou para fora da sala. Marian olhou pela última vez para o corpo do homem que havia sido seu marido, seu amor, embora se mantivesse mui¬to ausente de casa ultimamente. — Vou perguntar mais uma vez. Quem é a senhora? A esposa do sr. Cuvier se encontra no cômodo ao lado. Confusa pelas palavras do detetive, Marian se afastou por um instante e respondeu: — Aquela deve ser a amante de Jean. Eu sou a esposa. Fomos casados por doze anos. O secretário do hotel, que a havia chamado quando sou¬bera do que ocorrera com seu marido, pigarreou, chamando a atenção do detetive. Aproximou-se dele e segredou-lhe al¬gumas palavras ao ouvido, o que fez com que Dunegan a observasse de forma direta. Como se estivesse em um jogo, Marian analisava tudo aquilo da melhor maneira que podia. Seu marido continuava estirado no piso daquela suíte. Era, sem dúvida, Jean, o companheiro que havia freqüentado bem poucas vezes sua cama. O detetive Dunegan foi até ela e, meneando a cabeça, disse: —Minhas desculpas, sra. Cuvier. Parece que houve algum engano. O secretário do hotel me confirmou que a senhora é mesmo casada com o sr. Cuvier. Sendo a viúva, no entanto, quem é a mulher que estava com ele? O detetive temia pela reação dela ao descobrir que seu marido se hospedara em...
a. — A esposa do sr. Cuvier está sentada na sala ao lado, senhora. — O quê? Sou Marian Cuvier. Esposa dele. E quem é o senhor? — Sou o detetive Dunegan. — Ele a pegou pelo braço e a encaminhou para fora da sala. Marian olhou pela última vez para o corpo do homem que havia sido seu marido, seu amor, embora se mantivesse mui¬to ausente de casa ultimamente. — Vou perguntar mais uma vez. Quem é a senhora? A esposa do sr. Cuvier se encontra no cômodo ao lado. Confusa pelas palavras do detetive, Marian se afastou por um instante e respondeu: — Aquela deve ser a amante de Jean. Eu sou a esposa. Fomos casados por doze anos. O secretário do hotel, que a havia chamado quando sou¬bera do que ocorrera com seu marido, pigarreou, chamando a atenção do detetive. Aproximou-se dele e segredou-lhe al¬gumas palavras ao ouvido, o que fez com que Dunegan a observasse de forma direta. Como se estivesse em um jogo, Marian analisava tudo aquilo da melhor maneira que podia. Seu marido continuava estirado no piso daquela suíte. Era, sem dúvida, Jean, o companheiro que havia freqüentado bem poucas vezes sua cama. O detetive Dunegan foi até ela e, meneando a cabeça, disse: —Minhas desculpas, sra. Cuvier. Parece que houve algum engano. O secretário do hotel me confirmou que a senhora é mesmo casada com o sr. Cuvier. Sendo a viúva, no entanto, quem é a mulher que estava com ele? O detetive temia pela reação dela ao descobrir que seu marido se hospedara em...

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