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A Noiva Ideal - Shana Galen

Livro: A Noiva Ideal - Shana Galen Página 2

Autor - Fonte: Shana Galen

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...caracolados, grandes olhos verdes, pele de porcelana e boca em forma de coração; era mais bela que a deusa Atena, cujo retrato Catie vira um dia em um livro de escola. — Viemos salvá-la! Josie alcançou a prima, que pulou e a abraçou com força. — Como souberam que eu estava aqui? — Hoje de manhã, na igreja, sua irmã estava zombando de seus gritos. Então logo imaginamos o que tinha acontecido, e viemos o mais rápido possível. Desculpe por não termos conseguido chegar antes — Ashley respondeu. Catie engoliu em seco. Era tarde de domingo? Então ficara trancada debaixo da escada por quase dois dias! — Maddie está esperando lá fora — Josie avisou. Madeleine Fullbright, também prima de Catie. Tinha quase nove anos, e era a mais parecida com ela. Ambas tinham cabelos pretos compridos e pele cor de canela, mas Maddie tinha lindos olhos azuis, e os de Catie eram escuros como a noite. — Vamos! Catie hesitou por um momento. Seu pai ficaria furioso ao perceber que tinha desaparecido. Certamente a surraria, como fazia todas as vezes que o deixava muito zangado. Mas não estava disposta a voltar para o castigo, aceitava qualquer coisa menos aquilo. — Sim, vamos. Seguiu com Josie e Ashley, que iluminava o caminho, até a porta da sala de jantar. — Vamos sair pela janela. Maddie vai nos ajudar a descer. As três estavam entrando na sala quando, de repente, Elizabeth surgiu de trás de uma cadeira, e parou bem na frente delas. — O que pensam qu...
estão fazendo? A irmã de Catie, embora tivesse apenas sete anos, era uma miniatura do pai. Colocou as mãos na cintura e afastou as pernas o máximo que conseguiu. Uma loirinha com rostinho de anjo, de pé no meio da sala, dando ordens a três garotas maiores e mais velhas. Deveria ser engraçado, mas, ao contrário disso, Catie ficou apavorada. — Lizzy, o que está fazendo aqui? Volte para a cama! — Não. Você é quem vai voltar para o castigo, Catherine Anne, se não quiser que eu chame o papai. Catie sabia que ela era bem capaz disso. Além de ser má e vingativa, era a queridinha do pai, e faria qualquer coisa para se manter naquela condição. — Não Lizzy, por favor. A irmã deu um passo à frente. — Meu nome é Elizabeth! — Perdão, eu me esqueci. — Catie se desculpou. — Por favor, volte para a cama. — Repita! Diga Elizabeth. Havia raiva nos olhos da menina loira. — Elizabeth, não conte nada para o papai. — Diga por favor. — Por favor. Elizabeth pareceu pensar por alguns instantes, e em seguida meneou a cabeça. — Vou contar, sim. Papai disse que eu poderia decidir quando você sairia do castigo, e eu ainda não a autorizei. — Pirralha! — Josie não se conteve. — Vai ver só quando eu colocar as mãos em você. — Não! — Catie saltou na frente dela. — Se fizer isso, ela vai gritar e acordar o papai. — Grito mesmo. Volte agora para o castigo, ou eu vou chamá-lo. Enquanto a pequena batia o pé no chão e dava suas ordens, Ashley aproveitou para se aproximar, sorrateira, e a agarrou com uma gravata, apertando bem a garganta e tapando a boca com a mão. — Escute aqui, Lizzy — Ashley falou, comprimindo cada vez mais a garganta dela —, você não vai contar nada a ninguém. Está me ouvindo? Se seu pai acordar, dirá a ele que você autorizou Catie a sair. A loirinha meneava a cabeça, e esforçava-se para se livrar do domínio de Ashley. — Vai fazer o que estou mandando, senão é melhor começar a dormir todas as noites com um dos olhos aberto! — Empurrou-a para o chão, em seguida abaixou-se para encará-la, tão de perto que as duas cabeças loiras pareciam uma só. — Agora volte para a cama! Catie assistiu à irmã se levantar e sair correndo, e rezou para que as ameaças dessem resultado, caso contrário o pai ficaria furioso. Josie foi até a janela e ajudou Ashley a descer. Assim que ela desapareceu de vista, virou-se para a prima e pediu para que fosse ao encontro das duas que a aguardavam em frente ao portão. Catie deu uma última olhada para a casa escura. — Você vem ou não? — Maddie chamou. Era um pequeno ponto claro na escuridão da noite. — Vou. — O estômago doía só em pensar no que o pai seria capaz de fazer quando descobrisse que tinha escapado, mas preferia morrer a ficar trancada naquele cubículo infestado de ratos e aranhas. — Estou indo — avisou, pulando a janela. Ashley e Maddie a ajudaram, e assim que se viu no chão firme,...
suas ordens, Ashley aproveitou para se aproximar, sorrateira, e a agarrou com uma gravata, apertando bem a garganta e tapando a boca com a mão. — Escute aqui, Lizzy — Ashley falou, comprimindo cada vez mais a garganta dela —, você não vai contar nada a ninguém. Está me ouvindo? Se seu pai acordar, dirá a ele que você autorizou Catie a sair. A loirinha meneava a cabeça, e esforçava-se para se livrar do domínio de Ashley. — Vai fazer o que estou mandando, senão é melhor começar a dormir todas as noites com um dos olhos aberto! — Empurrou-a para o chão, em seguida abaixou-se para encará-la, tão de perto que as duas cabeças loiras pareciam uma só. — Agora volte para a cama! Catie assistiu à irmã se levantar e sair correndo, e rezou para que as ameaças dessem resultado, caso contrário o pai ficaria furioso. Josie foi até a janela e ajudou Ashley a descer. Assim que ela desapareceu de vista, virou-se para a prima e pediu para que fosse ao encontro das duas que a aguardavam em frente ao portão. Catie deu uma última olhada para a casa escura. — Você vem ou não? — Maddie chamou. Era um pequeno ponto claro na escuridão da noite. — Vou. — O estômago doía só em pensar no que o pai seria capaz de fazer quando descobrisse que tinha escapado, mas preferia morrer a ficar trancada naquele cubículo infestado de ratos e aranhas. — Estou indo — avisou, pulando a janela. Ashley e Maddie a ajudaram, e assim que se viu no chão firme, abraçou-as o mais forte que conseguiu. — Está tudo bem agora. — Ashley tocou-a no ombro. — Está conosco, vamos nos aventurar! Catie tinha certeza de que aquela moleca assanhada, como seu pai a chamava, era a mentora do resgate. Maddie segurou as mãos da prima, reconfortando-a. — Está tudo bem com sua mãe? E com Lizzy? — Sempre se preocupava com as outras pessoas. — Tia Cordélia e tio Edmund estão dormindo como pedras — Josie assegurou, enquanto saía pela janela. — E ele deixou aquela pirralha da Lizzy tomando conta de Catie. Quando me tornar uma pirata, vou fazê-los andar na prancha, todos eles! Catie a abraçou. Como já imaginava, ela estava com o cabelo amarrado com uma tira de pano, e havia improvisado um tapa-olho usando um velho lenço. Com Josie de um lado e Maddie do outro, Catie seguiu Ashley, a líder do grupo. Não sabia para onde estava sendo levada, e nem se importava, afinal estava livre dos ratos e aranhas, e da maldosa irmã caçula. Podia enfim respirar, e, embora a noite estivesse bastante fria para alguém vestida apenas com uma camisola, o ar parecia acariciar-lhe o rosto marcado pelas lágrimas. Meia hora depois, as quatro estavam no quarto de Maddie, na calma e segura casa do conde de Castleigh, em Berkeley Square. Catie examinou as primas com mais atenção, estavam sujas e com um brilho intenso no olhar. Sentia-se tonta, por tudo o que acontecera naquela noite, ou talvez por estar fraca de fome. Maddie as convenceu a...
abraçou-as o mais forte que conseguiu. — Está tudo bem agora. — Ashley tocou-a no ombro. — Está conosco, vamos nos aventurar! Catie tinha certeza de que aquela moleca assanhada, como seu pai a chamava, era a mentora do resgate. Maddie segurou as mãos da prima, reconfortando-a. — Está tudo bem com sua mãe? E com Lizzy? — Sempre se preocupava com as outras pessoas. — Tia Cordélia e tio Edmund estão dormindo como pedras — Josie assegurou, enquanto saía pela janela. — E ele deixou aquela pirralha da Lizzy tomando conta de Catie. Quando me tornar uma pirata, vou fazê-los andar na prancha, todos eles! Catie a abraçou. Como já imaginava, ela estava com o cabelo amarrado com uma tira de pano, e havia improvisado um tapa-olho usando um velho lenço. Com Josie de um lado e Maddie do outro, Catie seguiu Ashley, a líder do grupo. Não sabia para onde estava sendo levada, e nem se importava, afinal estava livre dos ratos e aranhas, e da maldosa irmã caçula. Podia enfim respirar, e, embora a noite estivesse bastante fria para alguém vestida apenas com uma camisola, o ar parecia acariciar-lhe o rosto marcado pelas lágrimas. Meia hora depois, as quatro estavam no quarto de Maddie, na calma e segura casa do conde de Castleigh, em Berkeley Square. Catie examinou as primas com mais atenção, estavam sujas e com um brilho intenso no olhar. Sentia-se tonta, por tudo o que acontecera naquela noite, ou talvez por estar fraca de fome. Maddie as convenceu a...

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Comentários:
RayaNe GabrieLa: Lindoooo!!! Amei como esse não tem igual.
Rosângela: Só uma palavra define esse romance . Magnífico.
sara: Amei lindooo e a amizade das primas são lindas.
Mirian: Outro livro sem um final .
minuche: puxa vida,q história mais linda,gostosa de se ler.e q pais a Catie tinha.e sua 'irmãzinha bruxa' então??? mas em compensação,q lindas e verdadeiras amigas.muito linda mesmo essa história de superação,paixão,amor,cumplicidade,amizade e de esperança..
Mary Santos : Lindo maravilhoso amei .
Nina: Linda história amei .
Adriana: Ótimo, muito bem escrito. 29062015. Leve, agradável de ler, recomendo!.
jo: amei,muito lindo....
Ana : muito bom!!!.
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