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Terapia de Regressão de Memória

De volta para você

Livro: De volta para você

Autor - Fonte: Stella Bagwell

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... Título original: Their first thanksgiving
Stella Bagwell

Depois de tantos anos, um reencontro capaz de mudar destinos!

Olívia Wescott estava de volta. Ela havia partido para seguir seus ideais, sua carreira, passara anos na África, mas jamais se esquecera da generosidade da família Gallengher. Sim, todos eram maravilhosos e generosos. Exceto o sexy, teimoso e genial Samuel Gallangher.
Samuel mal podia acreditar que Olívia tivera coragem de voltar, depois de recusar sua proposta de casamento, quatro anos atrás. Ele havia jurado jamais permitir que Olívia o fizesse sofrer novamente. Mas, agora que ela estava de volta, como faria para resistir a tanto encanto?

Digitalização: Joyce
Revisão e Formatação: Amanda F.






PRÓLOGO

— Como? - Olívia indagou, surpresa. — Você quer que eu vá passar o Dia de Ação de Graças aí, na fazenda?
— Sim,
uerida - Elza confirmou, entusiasmada. — A menos que você tenha planejado passar o dia com seus pais.?
Olívia riu, com um misto de ironia e amargura.
— Claro que não, Elza. Você sabe que meus pais nunca ligaram para o Dia de Ação de Graças. - "Nem para mim", acrescentou, em pensamento, e explicou: — Aliás, eu ainda não os vi, desde que voltei da África.
— Então eles não sabiam de sua chegada?
— Eu telegrafei avisando que viria por esses dias, mas eles tiveram de fazer uma viagem.
— Compreendo - Elza aquiesceu. E voltando ao tom eufórico, indagou: — Então, isto significa que você poderá passar o feriado conosco, não?
Olívia suspirou profundamente. Amava Elza Gallengher como a uma mãe. Aliás, adorava a família Gallengher inteira. Mas, e quanto a Samuel Gallengher? Há quatro anos, ela prometera a si mesma que jamais tornaria a vê-lo. E agora Elza Gallengher, mãe de Samuel, a convidava para ir até lá.
— Por favor. - Elza insistiu, interrompendo-lhe os pensamentos —, diga que virá.
— Mas, Elza.
— Nada de "mas", querida. Já faz tanto tempo que não nos vemos. Além do mais, Kathleen ficará muito feliz de encontrar sua melhor amiga novamente.
Olívia sorriu, embora seus olhos continuassem tristes. Também ela adoraria rever Kathleen Gallangher, sua amiga desde os tempos de universidade. Havia apenas um problema: Kathleen era irmã de Samuel Gallangher.
— A propósito, como vai Kathleen? - indagou.
— Ao que parece, está começando a superar a crise - Elza respondeu, sem disfarçar a preocupação. — Minha filha passou por um período terrível, como você bem sabe.
— Sim, Elza. Aliás, espero que Kathleen tenha recebido as cartas que lhe mandei, por ocasião da morte de Bob.


— Ela recebeu, querida. E você não imagina o bem que aquelas cartas lhe fizeram.
— Eu. Apenas tentei confortá-la pela perda do marido.
— E você ajudou muito, acredite.
— Fico feliz por saber disso, Elza. E também por saber que Kathleen está superando a crise.
— Sim. - a velha senhora fez uma pausa longa, antes de continuar. — Como já lhe disse, minha filha parece bem. Ao menos exteriormente. Mas eu continuo preocupada, sabe? Será que lá, em algum recanto escondido de seu espírito, Kathleen não continua sofrendo tanto quanto antes?
Comovida, Olívia procurou confortá-la:
— Por favor, Elza, não se angustie desse modo. Pelas cartas que recebi de Kathleen, na ocasião em que ela se casou, percebi que ela amava o marido mais do que qualquer coisa neste mundo. E claro, portanto, que em algum recanto de seu íntimo ela continue chorando a morte de Bob. - num tom mais animado, acrescentou: — Mas não há nada como um dia depois do outro, minha querida Elza. Kathleen é muito forte e acabará superando o sofrimento, eu garanto.
— Acredito nisso, meu bem. E tenho certeza de que sua presença aqui, na fazenda, a ajudará muito. Você sabe como dar alegria e disposição a uma pessoa, Olívia. Você sempre foi encantadora, brincalhona. E Kathleen lhe quer tanto ...

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