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VÍDEO: É O FIM DO MUNDO OU O COMEÇO

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Amor no Castelo

Livro: Amor no Castelo

Autor - Fonte: Christina Dodd

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...Christina Dodd Série Cavalheiros 01 Tradução/Pesquisa: GRH Revisão Inicial: Lica Antunes Revisão Final: Ana Júlia Leitura Final: Ana Cris Formatação: Ana Júlia Resumo A vida de Alisoun corre perigo, está ameaçada por Osbern, primo do rei Henrique III que ambiciona seu dinheiro. Embora Alison seja independente e tenha aprendido a sobreviver sem a proteção de um homem, o número de pretendentes que a assedia por causa de seu dinheiro, fez com que a situação saísse de controle. Precisa de um cavaleiro cujo nome seja tão respeitado que será o suficiente para afastar os chacais que lhe perturbam. Então contrata David Radcliffe. Comentário Revisora Inicial Lica Antunes: Apesar da minha demora para corrigi-lo, amei a história, principalmente o David!! Sabe aquele herói certinho, perfeito? Não é o David, rssrrsrsrs, ele nunca se chamou de herói, os outros o fazem, ele tem defeitos, muitos, não tenta se mostrar perfeito para a mocinha, não tenta impressioná-la, simplesmente é ele mesmo, inclusive, em uma parte, quando mal haviam se conhecido, ele compete com os homens dela, perto dela, claro, quem mija mais longe, não gosta de tomar banho,rsrsrsrs. Mas é lindo, sensível, carinhoso etc. Ela. Bom, ela não sabe fazer outra coisa que não seja o seu dever, mas com ele, começa a aprender a expressar seus sentimentos, ela os tem, mas não os expressa, mas para uma pessoa com a fama de ser extremamente fria e racional, quan...
o se trata de defender a melhor amiga do marido cruel, achei que ela beira a irracionalidade!!! Odiei ela quase no final, vcs vão entender o porquê. Mas no conjunto da obra, é um livro lindo, engraçado, emocionante, muito bem feito!!! Divirtam-se, e já estou louca para ler o próximo da série!! Comentário Revisora Final Ana Júlia: Esse livro é mais um dos presentes da Ana para mim, o livro é lindo, a narrativa envolvente, a história te prende até o final te deixando ansiosa pelo próximo. Comentário Leitura Final Ana Cris: Comecei há pouco tempo no grupo de revisoras, mas somente tenho pegado livros excelentes para revisar. Este é mais um deles!! História muito envolvente, divertida, com uma proposta diferente:mostrar um herói ‘humano’, cheio de falhas, como não costumamos ler nos livros.Perfeito, já admirava esta escritora, agora estou ansiosa pelo próximo. Capítulo 01 Inglaterra medieval Northumbria, 1252 Eu presenciei tudo, do princípio ao fim, e rogo que observem que hoje em dia não sobram muitos homens que possam dizer o mesmo. Quase todos, quando ouvem falar disso, dizem que é uma lenda, um romance, uma dessas histórias tolas que as mulheres inventam para entreter-se. Eu juro que vi tudo e, seja o que for que tenham ouvido, é verdade. Mais que isso, o que tenham ouvido é somente a metade da verdade. A primeira coisa que lembro é o almoço campestre. Oh, claro que houve outros incidentes, mas eu era só um menino, um pajem da casa de lady Alisoun. Dormia com os outros pajens, treinava com eles, orava com os outros pajens e, com grande esforço, escrevia uma carta aos meus avós uma vez a cada lua, e lady Alisoun a lia. Dizia-me que a lia para comprovar se eu tinha melhorado, graças a minhas lições com o sacerdote. Naquele tempo, naquele tempo acreditei, embora agora suspeite que a verdade fosse outra: que as lia para saber se eu era feliz aos seus cuidados. Eu era, embora meu contato com ela se limitasse a essa conversa mensal com respeito a meus progressos em minha aprendizagem para ser escudeiro. Eu sabia que podia me converter em escudeiro, mas aspirava coisas maiores. Aspirava à sagrada cavalaria. Era a honra maior ao qual poderia ter acesso. Era meu sonho mais caro, meu maior desafio, e me fazia concentrar toda minha atenção nos estudos, porque estava decidido a ser cavalheiro algum dia. Por isso necessitei desse fatal almoço campestre para saber dos problemas que buliam na casa de lady Alisoun. O primeiro grito se ouviu depois do almoço, quando os jovens da aldeia e do castelo se dispersaram pelo bosque que rodeava o prado aberto. Eu teria que ter ido com eles, mas os pajens estavam subordinados a todos outros, e tinham me ordenado que ajudasse às criadas a encher as cestas, enquanto os homens vadiavam como está acostumado a fazer-se depois de um grande almoço. Então, alguém não sei quem, gritou: —Levaram lady Edlyn! Isso apanhou imediatamente minha ate...
nino, um pajem da casa de lady Alisoun. Dormia com os outros pajens, treinava com eles, orava com os outros pajens e, com grande esforço, escrevia uma carta aos meus avós uma vez a cada lua, e lady Alisoun a lia. Dizia-me que a lia para comprovar se eu tinha melhorado, graças a minhas lições com o sacerdote. Naquele tempo, naquele tempo acreditei, embora agora suspeite que a verdade fosse outra: que as lia para saber se eu era feliz aos seus cuidados. Eu era, embora meu contato com ela se limitasse a essa conversa mensal com respeito a meus progressos em minha aprendizagem para ser escudeiro. Eu sabia que podia me converter em escudeiro, mas aspirava coisas maiores. Aspirava à sagrada cavalaria. Era a honra maior ao qual poderia ter acesso. Era meu sonho mais caro, meu maior desafio, e me fazia concentrar toda minha atenção nos estudos, porque estava decidido a ser cavalheiro algum dia. Por isso necessitei desse fatal almoço campestre para saber dos problemas que buliam na casa de lady Alisoun. O primeiro grito se ouviu depois do almoço, quando os jovens da aldeia e do castelo se dispersaram pelo bosque que rodeava o prado aberto. Eu teria que ter ido com eles, mas os pajens estavam subordinados a todos outros, e tinham me ordenado que ajudasse às criadas a encher as cestas, enquanto os homens vadiavam como está acostumado a fazer-se depois de um grande almoço. Então, alguém não sei quem, gritou: —Levaram lady Edlyn! Isso apanhou imediatamente minha atenção, pois, aos quinze anos (quatro mais que eu), lady Edlyn era bondosa, bela. E não tinha noção de minha existência. Eu a adorava. O grito também atraiu a atenção de lady Alisoun, que se levantou rápido. Muito rápido! Ninguém que vivesse fora de George \'s Cross poderia captar o significado dessa atitude, mas no prado se fez silêncio. Todos os olhares se cravaram na alta silhueta de lady Alisoun, alarmados por sua precipitação. Lady Alisoun nunca fazia nada com pressa. Fazia tudo com calma e pausadamente. Todos os dias se levantava a alvorada, assistia a missa, tomava o café da manhã, e se ocupava das tarefas do dia. Todos os anos celebrava a Epifanía, jejuava nas Páscoas, controlava o parto das ovelhas, e ia a Lancaster no outono. Era a senhora, nossa lady, a que fixava o ritmo de nossas vidas. Estou descrevendo-a como se fosse velha — para mim ela era— embora, ao olhar para trás, sei que não devia ter mais de vinte e quatro ou vinte e cinco. Entretanto, não parecia velha. Parecia perfeita, e por isso esse movimento de lady Alisoun tão apressado, tão inesperado, disse-nos muitas coisas. Três moças das serviçais irromperam do bosque e correram para lady Alisoun como atraídas por um ímã. —Um homem. Um homem! Ele a apanhou! Uma tola aldeã gritou, e lady Alisoun girou e lhe cravou a vista: imediatamente se fez silêncio. A senhora esperava um comportamento apropriado por parte de todos os habitantes de sua propriedade e, em geral,...
nção, pois, aos quinze anos (quatro mais que eu), lady Edlyn era bondosa, bela. E não tinha noção de minha existência. Eu a adorava. O grito também atraiu a atenção de lady Alisoun, que se levantou rápido. Muito rápido! Ninguém que vivesse fora de George \'s Cross poderia captar o significado dessa atitude, mas no prado se fez silêncio. Todos os olhares se cravaram na alta silhueta de lady Alisoun, alarmados por sua precipitação. Lady Alisoun nunca fazia nada com pressa. Fazia tudo com calma e pausadamente. Todos os dias se levantava a alvorada, assistia a missa, tomava o café da manhã, e se ocupava das tarefas do dia. Todos os anos celebrava a Epifanía, jejuava nas Páscoas, controlava o parto das ovelhas, e ia a Lancaster no outono. Era a senhora, nossa lady, a que fixava o ritmo de nossas vidas. Estou descrevendo-a como se fosse velha — para mim ela era— embora, ao olhar para trás, sei que não devia ter mais de vinte e quatro ou vinte e cinco. Entretanto, não parecia velha. Parecia perfeita, e por isso esse movimento de lady Alisoun tão apressado, tão inesperado, disse-nos muitas coisas. Três moças das serviçais irromperam do bosque e correram para lady Alisoun como atraídas por um ímã. —Um homem. Um homem! Ele a apanhou! Uma tola aldeã gritou, e lady Alisoun girou e lhe cravou a vista: imediatamente se fez silêncio. A senhora esperava um comportamento apropriado por parte de todos os habitantes de sua propriedade e, em geral,...

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