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A Noiva de Ultramar

Livro: A Noiva de Ultramar

Autor - Fonte: Arnette Lamb

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Arnette Lamb

Sobre a digitalização desta obra:
Esta obra foi digitalizada para proporcionar de maneira totalmente gratuita o benefício de sua leitura àqueles que não podem comprá-la ou àqueles que necessitam de meios eletrônicos para leitura. Dessa forma, a venda deste e-book ou mesmo a sua troca por qualquer contraprestação é totalmente proibida em qualquer circunstância.
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Tradução Mecânica: Edna Márcia Miranda
Revisado por: Evany Giantini


Serie Border 2

Alpin Mackay, uma órfã escocesa enviada a Barbados a muito pouca idade, sente-se plenamente identificada com a plantação açucareira em que cresceu. Até tal ponto conhece os mistérios da produção de açúcar que quando seu tutor, o proprietário das terras, começa a perder saúde, é ela quem administra o negócio com surpreendentes resultados.
Desde aí sua decepção quando o fazendeiro, ao morrer
deixa a plantação ao Malcolm Kerr, um nobre escocês e parente longínquo de Alpin. A moça, disposta a algo com intenção de recuperar a fazenda caribenha, retorna a Escócia, onde se encontra com a imprevista e misteriosa hostilidade de Malcolm. Mas Alpin não é mulher que se renda facilmente, e não medirá esforços para ver cumpridos seus desejos.


PRÓLOGO

Plantação Paraíso
Saint George Parish, Barbados
Fevereiro, 1735

Lady Alpin MacKay estava impaciente por arrancar o véu de luto e refrescar as acaloradas bochechas, pensava fazer assim que seu visitante deixasse de elogiar ao Charles, seu defunto tutor, e começasse a ler o testamento.
- Um homem sóbrio, defensor da fé verdadeira -dizia o letrado Othell Codrington. «Sóbrio?", pensou Alpin. O pobre Charles afogava suas penas em rum.
- Um viúvo digno de inveja.
Um homem digno de compaixão. Depois do falecimento de sua esposa, Adrienne, Charles tinha passado uma década inteira lamentando sua sorte, até que morreu de pena. Como moça impressionável que era, Alpin tinha desejado encontrar um homem que a amasse tão profundamente como Charles tinha amado a sua mulher, mas que ao mesmo tempo não se entregasse ante situações trágicas. Os anos, assim como a vida na ilha, tinham destruído aqueles sonhos românticos.
- Um homem hábil nos negócios e de uma vez justo.
Mentira. Durante dez anos Alpin tinha dirigido sozinha cada detalhe da enorme plantação, da compra de farinha para confeitaria até a coleta da cana de açúcar.
-…agora já está no céu.
E em companhia de sua defunta e amada algema, graças a Deus.
Uma suave brisa entrou pela galeria, enchendo o ar com o doce aroma do açúcar queimado. Alpin suspirou. A plantação Paraíso agora seria dela: a espaçosa casa de dois pisos, os quase três hectares de cuidada grama, cinqüenta hectares de terras férteis recentemente despojadas da cana de açúcar mascavo; cinqüenta e seis criados ingleses, oitenta escravos, dezenas de choças com o teto de palha, uma dúzia de estreitas cabanas aquarteladas e quatro poços de água; a cadeira de vime em que se sentava, a tina de cobre em que se banhava, a mosquiteira que pendurava ao redor de sua cama; a carruagem, a carreta, o frango que se dourava no assador; e a preciosa fábrica cujas chaminés as gema arrojavam fumaça sobre o céu tropical.
Tudo seria dela. Aquela promessa de independência elevou seu ânimo até o mais alto. A vida na plantação continuaria como até então, exceto para os escravos. Cinco anos atrás, tinha falado com o Charles de seu desejo de liberá-los, mas os plantadores vizinhos se haviam sentido ameaçados e pressionaram ao Charles, que ao fim cedeu a favor da postura conservadora; Agora Alpin MacKay atuaria segundo suas convicções.
Uma gota de suor lhe escorregou lentamente da têmpora à mandíbula, deslizando-se por seu pescoço até o interior da gola de seu grosso vestido negro de algodão. Fazendo caso omisso ...

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Comentários:
Aidil Ribeiro de Oliveira : Bom romance, apenas muito mal traduzido..
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