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VÍDEO: É O FIM DO MUNDO OU O COMEÇO

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Intruso sedutor

Livro: Intruso sedutor

Autor - Fonte: Miriam MacGregor

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...The Intruder Miriam MacGregor Vamos dividir a mesma propriedade. Acho melhor você ir se acostumando com minha presença! Sara conduziu Leon Longley para dentro de casa, e mais uma vez reparou que ele era suficientemente atraente para fazer uma garota olhar duas vezes para ele. Mas Sara não sabia tudo sobre homens fascinantes. Não eram justamente aqueles a serem evitados? Já tivera uma experiência amarga uma vez, e não queria repetir a dose. Porém, o carisma de Leon a seduzia, e o sorriso suave que brotava da boca sensual tinha um efeito devastador sobre seu coração! Digitalização: Carla Matos Revisão: Gracielle Formatação: Raquel Copyright © 1992 by Miriam MacGregor Originalmente publicado em 1992 pela Silhouette Books, divisão da Harlequin Enterprises Limited. Título original: The intruder Tradução: Mirei la Cleto Todos os direitos reservados, inclusive o direito de reprodução total ou parcial, sob qualquer forma. Esta edição é publicada através de contrato com a Harlequin Enterprises Limited, Toronto, Canadá. Silhouette, Silhouette Desire e colofão são marcas registradas da Harlequin Enterprises B.V. Todos os personagens desta obra são fictícios. Qualquer semelhança com pessoas vivas ou mortas terá sido mera coincidência. EDITORA NOVA CULTURAL uma divisão do Círculo do Livro Ltda. Alameda Ministro Rocha Azevedo, 346 – 9° andar CEP: 01410-901 - São Paulo - Brasil. Copyright para a língua portuguesa:...
995 CIRCULO DO LIVRO LTDA. Fotocomposição: Círculo do Livro Impressão e acabamento: Gráfica Círculo CAPÍTULO I Sara sentou-se à mesa da recepção do salão de cabeleireiros, para fazer o pedido ao fornecedor. Fechado desde o meio-dia para o fim de semana, ela pensava que a falta da conversa e o silêncio dos secadores de cabelo faziam o lugar parecer assombrado. Talvez por isso a desagradável sensação de estar sendo observada continuava a arrepiá-la. E essa impressão ainda persistia quando finalmente levantou os olhos e deparou com um homem alto, de pé, do outro lado da porta de vidro. Por um momento, a visão de Sara concentrou-se nos olhos castanhos e nas sobrancelhas negras do estranho, para depois notar seus cabelos espessos e escuros suavemente ondulados. Então, baixou os olhos para acabar de escrever o pedido ao atacadista. Seus dedos agora seguravam a caneta com mais firmeza. Não gostava de ser encarada daquela maneira, mas, apesar do constrangimento, sua mente não deixava de registrar o fato de ele ser um dos mais belos homens que já vira. Por que aquele olhar insistente? Se estava insinuando uma abordagem, podia esquecer, não se permitiria ser abordada por um estranho, mesmo se ele parecesse um presente de Deus às mulheres. Acalmou-se quando lembrou das competições que estavam ocorrendo no lago Taupo, um dos numerosos lagos do arquipélago da Nova Zelândia, localizado na ilha do Norte, para a pesca de truta. Ele provavelmente era um visitante. Mas, então, por que não estava no lago? Estaria querendo um corte de cabelo? Pam e Dawn, suas duas assistentes, já haviam saído, e ela só continuava ali para terminar a lista de pedidos. Provavelmente estaria à procura de Pam ou Dawn. Com essa idéia, dirigiu-se até a porta, que abriu sem retirar a correntinha. — Está procurando por alguém? — perguntou pela fresta. A voz rouca respondeu, num sussurro preguiçoso: — Sim. Pode-se dizer que sim. — Se for Pam ou Dawn, eles já saíram. Aos sábados, fechamos ao meio-dia. — Mas você ainda está aí — ele respondeu prontamente. — Estou terminando um trabalho. O estranho olhou para o letreiro dourado na porta. — Salão Sara. Presumo que você seja Sara. — Sim. E, se você me der licença. Tentou fechar a porta quando o pé dele a segurou. — Você ia fechar a porta na minha cara? — Por gentileza, tire o pé — protestou Sara. — Gostaria de falar com você. — Mas eu não gostaria. Não o conheço! Ele riu com certa melancolia. — Mas vai conhecer minha senhora. — Acredite: não estou nem de longe interessada. E, se não se retirar, vou chamar a polícia. — Faça isso! Acho que vão rir. — E por quê? E obrigação da polícia impedir que as pessoas sejam molestadas por estranhos. — Eu não a estou molestando — sussurrou ele. — Aliás, poderia dizer que estamos vivendo juntos. — O que é uma mentira que você teria dificuldade em prov...
ovavelmente era um visitante. Mas, então, por que não estava no lago? Estaria querendo um corte de cabelo? Pam e Dawn, suas duas assistentes, já haviam saído, e ela só continuava ali para terminar a lista de pedidos. Provavelmente estaria à procura de Pam ou Dawn. Com essa idéia, dirigiu-se até a porta, que abriu sem retirar a correntinha. — Está procurando por alguém? — perguntou pela fresta. A voz rouca respondeu, num sussurro preguiçoso: — Sim. Pode-se dizer que sim. — Se for Pam ou Dawn, eles já saíram. Aos sábados, fechamos ao meio-dia. — Mas você ainda está aí — ele respondeu prontamente. — Estou terminando um trabalho. O estranho olhou para o letreiro dourado na porta. — Salão Sara. Presumo que você seja Sara. — Sim. E, se você me der licença. Tentou fechar a porta quando o pé dele a segurou. — Você ia fechar a porta na minha cara? — Por gentileza, tire o pé — protestou Sara. — Gostaria de falar com você. — Mas eu não gostaria. Não o conheço! Ele riu com certa melancolia. — Mas vai conhecer minha senhora. — Acredite: não estou nem de longe interessada. E, se não se retirar, vou chamar a polícia. — Faça isso! Acho que vão rir. — E por quê? E obrigação da polícia impedir que as pessoas sejam molestadas por estranhos. — Eu não a estou molestando — sussurrou ele. — Aliás, poderia dizer que estamos vivendo juntos. — O que é uma mentira que você teria dificuldade em provar — retrucou Sara, enfurecida por aquela audácia. — No seu lugar eu pensaria melhor. — Não seja ridículo! Ele se afastou e Sara fechou a porta. Sentou-se novamente para fazer a lista, mas não conseguia concentrar-se. O estranho a deixara irritada. Não só pela sua beleza, como pela sua pretensão e arrogância. Sara saiu um pouco depois, olhando ao redor, considerando a possibilidade de o estranho que a abordara estar por ali. Deu um suspiro, mais tranqüila por não ver nem sinal dele. Seus pensamentos voaram para a chácara que dali em diante ocuparia sem a companhia da tia-avó, Jane. Essas reflexões interromperam-se quando Sara chegou ao estacionamento onde guardava seu velho Datsun verde. Próximo dele, um Daimler branco brilhava e, quando Sara viu quem estava atrás do volante, sentiu um arrepio de temor: era o homem que estivera no salão. O nervosismo a dominou. Estaria ele esperando-a? Certamente não; estava sendo ridícula. Mas quando contornava a margem norte do lago, viu pelo retrovisor que o Daimler branco também deixava o estacionamento. Será que de fato não a seguia? — Vou descobrir o que está acontecendo — disse Sara consigo mesma, reduzindo a velocidade e parando o carro em uma área de estacionamento ao lado do lago. — Se você ainda tem algo a dizer, vai fazê-lo agora, porque não vou permitir de maneira nenhuma que me siga para descobrir onde moro. Seus receios, contudo, eram infundados, porque o Daimler passou por ela em...
ar — retrucou Sara, enfurecida por aquela audácia. — No seu lugar eu pensaria melhor. — Não seja ridículo! Ele se afastou e Sara fechou a porta. Sentou-se novamente para fazer a lista, mas não conseguia concentrar-se. O estranho a deixara irritada. Não só pela sua beleza, como pela sua pretensão e arrogância. Sara saiu um pouco depois, olhando ao redor, considerando a possibilidade de o estranho que a abordara estar por ali. Deu um suspiro, mais tranqüila por não ver nem sinal dele. Seus pensamentos voaram para a chácara que dali em diante ocuparia sem a companhia da tia-avó, Jane. Essas reflexões interromperam-se quando Sara chegou ao estacionamento onde guardava seu velho Datsun verde. Próximo dele, um Daimler branco brilhava e, quando Sara viu quem estava atrás do volante, sentiu um arrepio de temor: era o homem que estivera no salão. O nervosismo a dominou. Estaria ele esperando-a? Certamente não; estava sendo ridícula. Mas quando contornava a margem norte do lago, viu pelo retrovisor que o Daimler branco também deixava o estacionamento. Será que de fato não a seguia? — Vou descobrir o que está acontecendo — disse Sara consigo mesma, reduzindo a velocidade e parando o carro em uma área de estacionamento ao lado do lago. — Se você ainda tem algo a dizer, vai fazê-lo agora, porque não vou permitir de maneira nenhuma que me siga para descobrir onde moro. Seus receios, contudo, eram infundados, porque o Daimler passou por ela em...

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Comentários:
Ju: Lindo mesmo...
Jessica: Adorerei .
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