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Amor sem Preço - Sandra Marton

Livro: Amor sem Preço - Sandra Marton

Autor - Fonte: Sandra Marton

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...Not For Sale Sandra Marton Sofisticação e sensualidade em cenários internacionais. O que ela possui o dinheiro não pode comprar. Lucas Vieira precisava de um tradutor para selar um negócio importante, e também de uma mulher para fingir ser sua namorada. Então, por que não resolver os dois problemas com uma única solução? Quando a tradutora Caroline Hamilton recebe a proposta, aceita imediatamente, pois ganharia um bom dinheiro. Mas ao conhecer seu cliente, percebeu que ele não fazia parte do time dela. Lucas parecia estar interessado em algo mais do que seus conhecimentos. Seria o preço dessa paixão muito alto? Eles desejam o amor de uma mulher. Digitalização: Projeto Revisoras Revisão: Bruna C PUBLICADO SOB ACORDO COM HARLEQUIN ENTERPRISES II B.ws.à.r.l. Todos os direitos reservados. Proibidos a reprodução, o armazenamento ou a transmissão, no todo ou em parte. Todos os personagens desta obra são fictícios. Qualquer semelhança com pessoas vivas ou mortas é mera coincidência. Título original: NOT FOR SALE Copyright © 2011 by Sandra Myles Originalmente publicado em 2011 por Mills & Boon Modem Romance Arte-final de capa: Isabelle Paiva Editoração eletrônica: ABREU\'S SYSTEM Tel.: (55 XX 21) 2220-36547 2524-8037 Impressão: RR DONNELLEY Tel.: (55 XX 11) 2148-3500 www.rrdonnelley.com.br Distribuição exclusiva para bancas de jornal e revistas de todo o Brasil: Fernando Chinaglia Distribuidora S/A. Rua Te...
doro da Silva, 907 Grajaú, Rio de Janeiro, RJ — 20563-900 Para solicitar edições antigas, entre em contato com o DISK BANCAS: (55 XX 11) 2195-3186/2195-3185/2195-3182 Editora HR Ltda. Rua Argentina, 171, 4° andar São Cristóvão, Rio de Janeiro, RJ — 20921-380 Correspondência para: Caixa Postal 8516 Rio de Janeiro, RJ — 20220-971 Aos cuidados de Virgínia Rivera virginia.rivera@harlequinbooks.com.br CAPÍTULO UM Lucas Vieira estava enlouquecendo. Seu dia não fora nada bom. Bom? Lucas quase gargalhou. Nada bom era pouco. Seu dia fora caótico e se transformava em catastrófico ra¬pidamente. Começara com uma xícara de café queimado. E ele nem sabia que isso existia até o momento em que a sua secretária — aliás, sua muito temporária secretária — apareceu com um líquido preto, quente e espesso, oferecen¬do-lhe uma xícara. Bastou apenas um gole, deixou aquilo de lado, pegou o celular e deu uma olhada nas mensagens, encontrando uma do maldito repórter que o bombardeava havia duas semanas, querendo uma entrevista. Como con¬seguira o seu telefone? O número era privado, assim como a sua vida. Lucas prezava por privacidade, evitava a im¬prensa. Viajava em um jato privado. Morava em uma co¬bertura duplex na Quinta Avenida, acessível apenas por um elevador privativo. Veraneava em uma casa na praia, nos Hamptons, murada. Possuía uma ilha caribenha, comprada anos atrás, coalhada de placas avisando não entre. Lucas Vieira, homem misterioso. Foi como lhe chamaram uma vez, mas não era exatamente a verdade. Havia momentos em que não podia evitar as câmeras, os microfones e as perguntas. Era multibilionário e atraía interesses. Era tam¬bém um homem que chegara ao topo numa profissão em que linhagem e passado têm peso significativo. E ele não tinha nada disso. Ou melhor, claro que tinha, mas não do tipo normalmente preferido por Wall Street. E esse tipo de passado era também privado, protegido, murado, cercado de avisos não entre. As únicas perguntas que costumava responder eram relativas à face pública da Vieira Financial. Sobre como sua empresa se transformara numa organiza¬ção tão poderosa, sobre como conseguira alcançar tamanho sucesso aos 33 anos. Mas estava cansado e, numa entrevista recente, finalmente respondeu: — O sucesso — disse, com seu tom de voz duro e sua pitada de sotaque — é suficiente para evidenciar quando a preparação intelectual encontra a oportunidade profissional. — Só isso? — perguntou o repórter. — Sim, só isso — respondeu, já tirando o microfone da lapela no paletó de lã azul-marinho, feito em Savile Row, passando por entre as câmeras e saindo do estúdio. Nunca diria que, para se chegar a tal lugar, um homem não pode permitir que nada, absolutamente nada, se intro¬meta em seu caminho. Lucas franziu a testa, afastando a ca¬deira para longe de sua mesa de madeira brasileira e olhan¬do para a parede de vidro...
ucas Vieira, homem misterioso. Foi como lhe chamaram uma vez, mas não era exatamente a verdade. Havia momentos em que não podia evitar as câmeras, os microfones e as perguntas. Era multibilionário e atraía interesses. Era tam¬bém um homem que chegara ao topo numa profissão em que linhagem e passado têm peso significativo. E ele não tinha nada disso. Ou melhor, claro que tinha, mas não do tipo normalmente preferido por Wall Street. E esse tipo de passado era também privado, protegido, murado, cercado de avisos não entre. As únicas perguntas que costumava responder eram relativas à face pública da Vieira Financial. Sobre como sua empresa se transformara numa organiza¬ção tão poderosa, sobre como conseguira alcançar tamanho sucesso aos 33 anos. Mas estava cansado e, numa entrevista recente, finalmente respondeu: — O sucesso — disse, com seu tom de voz duro e sua pitada de sotaque — é suficiente para evidenciar quando a preparação intelectual encontra a oportunidade profissional. — Só isso? — perguntou o repórter. — Sim, só isso — respondeu, já tirando o microfone da lapela no paletó de lã azul-marinho, feito em Savile Row, passando por entre as câmeras e saindo do estúdio. Nunca diria que, para se chegar a tal lugar, um homem não pode permitir que nada, absolutamente nada, se intro¬meta em seu caminho. Lucas franziu a testa, afastando a ca¬deira para longe de sua mesa de madeira brasileira e olhan¬do para a parede de vidro aberta ao centro de Manhattan. E o cenário o trouxe de volta ao presente. Como man¬teria tudo aquilo de pé? Tinha de haver uma maneira. Co¬nhecia bem a importância de se evitar que alguma coisa se intrometesse entre um homem e seus objetivos. Aprendera isso há muito tempo, quando era um menino de 7 anos, um sujo e faminto menino de Rua no Rio de Janeiro. Metia a mão nos bolsos dos turistas, roubava tudo o que podia, co¬mia os restos dos restaurantes, dormia em becos e parques, embora ninguém seja realmente capaz de dormir quando precisa estar alerta a todos os sons, a todos os passos. Não havia escapatória. O Brasil sempre foi um país de contrastes. Os incrivelmente ricos vivem em casas suntu¬osas, e os incrivelmente pobres, os favelados, desafiam a existência nas favelas que inundam os morros do Rio. Lu¬cas, porém, não chegava nem a ser um favelado. Não era nada. Era um verme. Como um menino de 7 anos conseguiu mudar a situação de sua vida? Tinha apenas a mãe. Porém, isso foi antes de certa noite, quando um homem que ela levara para casa olhou para Lucas, que tentava esconder-se num canto do barraco em que viviam, e disse que ela esque¬cesse, pois ele não pagaria uma grana para dormir com uma puta enquanto o seu filho os observava. No dia seguinte, a mãe de Lucas o deixou nas ruas sujas de Copacabana, pe¬dindo que fosse um bom menino e largando-o por lá. Lucas nunca mais a viu. E aprendeu a sobreviver, a seguir em frente, a correr quando os poli...
aberta ao centro de Manhattan. E o cenário o trouxe de volta ao presente. Como man¬teria tudo aquilo de pé? Tinha de haver uma maneira. Co¬nhecia bem a importância de se evitar que alguma coisa se intrometesse entre um homem e seus objetivos. Aprendera isso há muito tempo, quando era um menino de 7 anos, um sujo e faminto menino de Rua no Rio de Janeiro. Metia a mão nos bolsos dos turistas, roubava tudo o que podia, co¬mia os restos dos restaurantes, dormia em becos e parques, embora ninguém seja realmente capaz de dormir quando precisa estar alerta a todos os sons, a todos os passos. Não havia escapatória. O Brasil sempre foi um país de contrastes. Os incrivelmente ricos vivem em casas suntu¬osas, e os incrivelmente pobres, os favelados, desafiam a existência nas favelas que inundam os morros do Rio. Lu¬cas, porém, não chegava nem a ser um favelado. Não era nada. Era um verme. Como um menino de 7 anos conseguiu mudar a situação de sua vida? Tinha apenas a mãe. Porém, isso foi antes de certa noite, quando um homem que ela levara para casa olhou para Lucas, que tentava esconder-se num canto do barraco em que viviam, e disse que ela esque¬cesse, pois ele não pagaria uma grana para dormir com uma puta enquanto o seu filho os observava. No dia seguinte, a mãe de Lucas o deixou nas ruas sujas de Copacabana, pe¬dindo que fosse um bom menino e largando-o por lá. Lucas nunca mais a viu. E aprendeu a sobreviver, a seguir em frente, a correr quando os poli...

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Comentários:
Roselena: AMEI. ...
Wanda santos: Muito bom super recomendo.
Monica borges: Uma historia linda linda de superação e amor verdadeiro que vence todas as situações gostei bastante.13-01-18.
Alê9: Muito bom, adorei!!!.
Ju: Amei muito...
minuche: realmente muito lindo essa história.as vezes nos deixamos levar pelas palavras não entendidas ou q foram escutadas em maus momentos,tbém. as aparências nos podem pregar 'peças',e ai reagimos ou pensamos q essa é a verdade e na vida real acontece muito disso...sabem,acho incrível o quanto de romance-histórias fictícias,tem a ver c a vida real.não é verdade??mas só nos romances 'tudo acaba bem'... pena...
Rosângela: Lindo, maravilhoso fiquei at triste qndo acabou rs.
esther vieira 2017.: Lindoooooooooooo!!!!!!!!!.
Adriana: Linda...27032016. Perfeita do início ao fim.
Riva: Muito muito Bom. .
Valmira: Fascinante e muito bom!!.
Mary : História maravilhosa amei .
GE: Muito bom, amei..
Lívia: Muito bom! Sexy, divertido, ri muito com o gato Tanto a mocinha quanto o mocinho são impagáveis. A Sandra Marton estava inspiradíssima quando escreveu esse romance! .
Manuela: Belo romance, adorei a parte em que ela leva o bendito gato e samambaia, hilário. Rir bastante no final uma linda história de amor, valeu..
gabrielly: lindoooo.
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