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Terapia de Regressão de Memória

O Prisioneiro

Livro: O Prisioneiro

Autor - Fonte: Hope Tarr

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... BOUND TO PLEASE
Hope Tarr

MEDIEVAL
Escócia do século XV, um lugar e um tempo em que era difícil ser uma mulher e estar no comando. Para Brianna MacLeod, nova chefe de seu clã, sua sua primeira tarefa era conceber um herdeiro que assegurasse sua posição. E a melhor forma de conseguir isso seria seqüestrando Ewan Fraser, um homem por quem sentia uma forte atração. e também um de seus mais poderosos inimigos.

Digitalização: Rita
Revisão: Crysty


PUBLICADO SOB ACORDO COM HARLEQUTN ENTERPRISES II
B.V./S.à.r.l.
Todos os direitos reservados. Proibidos a reprodução, o armazenamento ou a transmissão, no todo ou em parte.
Todos os personagens desta obra são fictícios. Qualquer semelhança com pessoas vivas ou mortas é mera coincidência.

Título original: BOUND TO PLEASE
Copyright © 2008 by Hope Tarr
Originalmente publicado em 2008 por Harlequin Blaze

T
tulo original: THE CONCUBINE
Copyright © 2009 by Katherine Grill.
Originalmente publicado em 2009 por Harlequin Blaze

Arte-final de capa: Isabelle Paiva
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CAPITULO UM


Feira do dia de são Martin, 11 de novembro de 1450. Saint Andrews, condado de Fife, Escócia
Brianna escapou do edifício onde a festa da feira se reali¬zava. Embora fosse uma estranha no local, o banquete ofere¬cido rivalizava com qualquer um que era servido no grande hall de seu pai. Mesmo tendo comido demais, só de pensar nas iguarias que pesavam sobre as mesas — as maravilhosas tortas com os mais variados recheios, doces e salgados, os molhos, as nozes, os queijos e os pastéis — sua boca enchia de água.
Os alimentos apimentados causaram sede e ela tomou muitos copos de leite adoçados com mel. E, agora, sua bexiga cheia não lhe dava mais descanso. Futura laird ou não, ainda era humana. As exigências da natureza não se importavam com títulos ou descendência nobre.
Apertando a manta nos ombros, saiu da área do mercado e se dirigiu para o grande portão em busca de privacidade, os passos quase inaudíveis no caminho enlameado, iluminado por tochas e cercado pelas bancas vazias do mercado. A música de uma flauta a atraiu para um estábulo. A canção dolente parou assim que ela chegou à porta entreaberta.
Concluiu que a música deveria ter vindo de algum lugar distante, então olhou para trás, entrou e fechou a porta. Uma lanterna estava pendurada num gancho na parede mais distante, a luz fraca mal dissipando as sombras. Brianna estremeceu, a escuridão lhe despertando as lembranças infantis de medo de bruxas com enormes narizes com verrugas, demônios com for¬cados para atacá-la e duendes que roubavam crianças mal-edu¬cadas durante a noite.
Caminhou devagar pela escuridão em direção à luz, os bra¬ços estendidos à frente para não esbarrar em nada e cair. As mãos encontraram a parede áspera e, parando num dos cantos, ergueu a saia e se agachou. Ah, doce alívio.
— Você tem um jato de urina bem forte para uma garota.
Brianna se assustou. O coração disparado, abaixou a saia e pulou, procurando nas sombras.
— Aqui em cima.
A voz que a chamava de cima pertencia a um jovem, não a um homem adulto e certamente não a uma criatura do ou¬tro mundo. O rosto queimando, Brianna dobrou o pescoço para cima e olhou.
...

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