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Terapia de Regressão de Memória

Renascer do Desejo

Livro: Renascer do Desejo

Autor - Fonte: Denise Lynn

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... Bedded By Her Lord
Denise Lynn

Seu marido. um estranho. Prisioneiro por sete anos, lorde Guy de Hartford sobreviveu motivado pelo momento em que veria novamente sua adorada esposa. No entanto, ao entrar em sua fortaleza, seus próprios homens não o reconhecem e a culpa de Elizabeth está à vista de todos. Poderia ela tê-lo traído?
Ele voltou para reivindicar sua esposa! Elizabeth mal reconhece o marido no estranho cheio de cicatrizes. Ainda assim, não é possível negar o apaixonado desejo entre eles. Poderá ela encontrar segurança novamente em seus braços. e no amor que um dia compartilharam?



Doação e revisão: Andréa
Digitalização: Joyce




Capítulo Um



Março de 1171
Fortaleza de Hartford, costa noroeste da Inglaterra
Seu lar.
Guy de Hartford apegara-se a essa visão com toda a força de seu coração e de sua mente, como um moribundo agarra
se à vida, por mais tempo do que conseguia se lembrar.
Após uma ausência de quase sete anos, ele fitou a vastidão de terra da fortaleza de Hartford e deu um suspiro de alívio.
Por mais de um ano, ele e seus antigos companheiros de masmorra haviam viajado por desertos estéreis e por densas florestas nas montanhas até que ele chegasse onde estava agora. Embora eles tenham dependido um do outro para garantir a própria sobrevivência ao longo do caminho, não foi difícil se separarem quando pisaram em solo inglês. Cada um tinha a própria vida a ser descoberta, ou redescoberta. Hugh de Ryebourne e William de Bronwyn haviam se encaminhado para a corte da rainha Eleanor para encontrar a esposa de Hugh. Stefan de Arnyll saíra atrás de sua sorte e de seu futuro. Enquanto ele, o conde de Hartford, finalmente voltara para casa.
Por muitas vezes, Guy pensou que não veria Hartford novamente. Eram dias em que tinha medo de nunca mais pôr os pés naquele solo fértil. E noites passadas na agonia do luto por tudo o que perdera.
Ele fora privado de sua liberdade, arrancado da companhia da esposa e do calor dos seus braços. Perdera o direito de escolher suas batalhas, sua comida, suas roupas e até mesmo quando iria dormir. Esteve muito perto de perder a vontade de viver.
Escravizado como um animal, tratado como se valesse menos que uma besta de carga, forçado a suportar meses sem fim, que acabaram por se transformar rapidamente em anos, de abuso, fome e dor. Autorizado a viver apenas para derramar o sangue de outros com suas mãos e com sua espada.
Guy estremeceu diante dos muitos pecados terríveis que cometera. No entanto, permitiu que as lembranças fluíssem através dele. Tentar deter a visão dos pesadelos, ou trancá-los dentro de si, serviria apenas para torná-los mais fortes.
E isso ele não permitiria mais. Seu futuro não seria mais controlado por seu passado. Não deixar que as lembranças de seu tempo de escravidão vissem à luz do dia diminuiria o mal que elas lhe causavam.
Guy estava tão certo disso, quanto da boa acolhida que o aguardava por trás das muralhas de Hartford. Ele visualizava seu retorno ao lar em tal nível de detalhes que quase podia sentir os braços da esposa ao redor do seu pescoço, o sabor dos lábios dela nos dele. Sonhava em sentir o coração de Elizabeth batendo forte contra o seu peito quando a tomasse nos braços e se perdesse nas curvas sedutoras do seu corpo.
Ansioso por experimentar a acolhida com a qual vinha sonhando e por abrigar-se do frio que lhe gelava os ossos, ele esporeou o palafrém que montava, instigando o cavalo a apressar o passo. O rei Henrique oferecera a ele uma boa montaria, mas Guy não desejava tirar proveito de nenhum despojo de guerra — nem mesmo um cavalo de batalha. A bainha vazia pendurada em sua cintura fora a única coisa que guardara e, assim mesmo, apenas para que não se esquecesse no que o haviam obrigado a se tornar.
Haviam se passado 18 meses desde que deixara o palácio onde fora escravizado, encontrara o rei e conseguira voltar para casa, e durante e ...

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