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A Noiva Perfeita - Brenda Joyce

Livro: A Noiva Perfeita - Brenda Joyce

Autor - Fonte: Brenda Joyce

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...Resenha Bibliográfica Brenda Joyce é autora de trinta e quatro best-sellers. Aos dezesseis anos escreveu sua primeira história curta e tinha vinte e cinco quando acabou sua primeira novela, que se publicou pouco depois. É autora da série Deadly, muito aclamada pela crítica, que se situa a finais de século em Nova Iorque e recria o personagem da detetive amateur Francesca Cahill. Existem mais de doze milhões de cópias impressas de suas novelas e se publicaram em mais de uma docna de países estrangeiros. Natural de Nova Iorque, vive atualmente no sul do Arizona com seu marido, filho, cães, gato e numerosos cavalos árabes. Brenda divide seu tempo entre suas duas grandes paixões: escrever histórias de amor e mostrar seus adoráveis cavalos. Comentário Revisora Lica AMEI o livro, até agora o melhor que já revisei, ela uma dama perfeita, uma anfitriã perfeita uma filha perfeita, somente ela mesma sabe que não é tão perfeita assim, após um trauma sofrido na infância ela escondeu-se em si mesma, incapaz de sentir emoções, um mecanismo de defesa do cérebro, para não recordar o que aconteceu no dia da morte de sua mãe. Rex é um ex-combatente da guerra, perdeu uma perna tentando salvar um amigo, que quando volta à Inglaterra, casa com a noiva dele. Desiludido e ferido, ele se isola do mundo, mas os dois são obrigados a reconhecer os próprios sentimentos quando ela se hospeda na casa dele. Tem cenas quentes, não do tipo hot, m...
s é sensual!! Divirtam-se!!! Comentário Revisora Neide Delicioso, particularmente prefiro uma leitura mais hot, mas neste caso os personagens nos enredam numa maravilhosa trama. E os momentos sensuais torna a leitura super fácil. Comentário de Leitura Final Ana Júlia Uma mocinha que não sentia emoções, um mocinho isolado e sozinho, esse é o enredo dessa história, o mocinho consegue despertar o coração ferido da mocinha, ensiná-la o que era a alegria, a paixão e o amor… E a mocinha o tira de sua solidão e isolamento. Um livro tranquilo sem uma grande história, mas que não deixa de ser bela. Boa leitura. Capítulo 1 Março, 1822 Duzentos e vinte e oito pretendentes. Deus Santo, como ia conseguir escolher um, entre todos eles? Blanche Harrington estava a sós em um pequeno gabinete anexo ao grande salão onde logo começaria a invasão de visitantes. Aquela manhã retirou as cortinas de luto pela morte de seu pai. Blanche tinha conseguido se livrar do matrimônio durante oito anos, mas sabia que, ao ter morrido seu progenitor, necessitava um marido que a ajudasse a administrar sua considerável e complicada fortuna. Entretanto, tinha pavor à avalanche de admiradores, tanto pavor quanto sentia pelo futuro. Sua melhor amiga entrou agitadamente no gabinete. —Blanche, querida, está aqui! Agora mesmo vamos abrir as portas! —exclamou com entusiasmo. Blanche olhou pela janela para o passeio circular. Tinham concedido a seu pai o título de visconde muitos anos antes, depois de acumular uma enorme fortuna com o negócio de fabricação. Tantos anos antes, que agora ninguém os considerava novos ricos. Blanche não conheceu outra vida que a da riqueza, dos privilégios e o esplendor. Era uma das grandes herdeiras do império, mas seu pai tinha permitido que rompesse seu compromisso matrimonial oito anos antes e embora nunca deixasse de lhe apresentar candidatos, sempre quis que sua filha se casasse por amor. É obvio aquela era uma ideia absurda. Não porque as pessoas não pudessem se casar por amor; era absurda porque Blanche sabia que era incapaz de apaixonar-se. Entretanto, ia se casar. Embora Harrington falecesse de maneira repentina por causa de uma pneumonia, e não podendo expressar sua última vontade, Blanche sabia que seu pai queria vê-la casada com um homem honrado. No precioso passeio de entrada da casa havia três dúzias de carruagens. Blanche recebeu quinhentas visitas de condolência seis meses antes. Dos cartões que os visitantes deixaram, duzentos e vinte e oito eram de solteiros considerados candidatos aceitáveis; ela se perguntava quantos deles não eram oportunistas. Como fazia muito tempo que Blanche desistiu de apaixonar-se, sua intenção era se casar com um homem sensato, decente e nobre. —Oh, Senhor — disse Bess Waverly enquanto se aproximava dela— Está inquieta. Conheço-te melhor que você mesma. Somos amigas desde os nove anos! Por favor, não me d...
pai o título de visconde muitos anos antes, depois de acumular uma enorme fortuna com o negócio de fabricação. Tantos anos antes, que agora ninguém os considerava novos ricos. Blanche não conheceu outra vida que a da riqueza, dos privilégios e o esplendor. Era uma das grandes herdeiras do império, mas seu pai tinha permitido que rompesse seu compromisso matrimonial oito anos antes e embora nunca deixasse de lhe apresentar candidatos, sempre quis que sua filha se casasse por amor. É obvio aquela era uma ideia absurda. Não porque as pessoas não pudessem se casar por amor; era absurda porque Blanche sabia que era incapaz de apaixonar-se. Entretanto, ia se casar. Embora Harrington falecesse de maneira repentina por causa de uma pneumonia, e não podendo expressar sua última vontade, Blanche sabia que seu pai queria vê-la casada com um homem honrado. No precioso passeio de entrada da casa havia três dúzias de carruagens. Blanche recebeu quinhentas visitas de condolência seis meses antes. Dos cartões que os visitantes deixaram, duzentos e vinte e oito eram de solteiros considerados candidatos aceitáveis; ela se perguntava quantos deles não eram oportunistas. Como fazia muito tempo que Blanche desistiu de apaixonar-se, sua intenção era se casar com um homem sensato, decente e nobre. —Oh, Senhor — disse Bess Waverly enquanto se aproximava dela— Está inquieta. Conheço-te melhor que você mesma. Somos amigas desde os nove anos! Por favor, não me diga que quer se despedir de todo mundo, depois que eu tenha anunciado que seu período de luto terminou. Teria sentido continuar com o luto seis meses mais? Só estaria atrasando o inevitável. Blanche olhou sua melhor amiga. Eram tão diferentes como a noite e o dia. Bess era teatral, vivaz e sedutora; estava em seu segundo casamento e tinha seu vigésimo amante, no mínimo. Não tentava dissimular que desfrutava de todos os aspectos da vida, incluindo a paixão. Blanche tinha quase vinte e oito anos, nunca quis se casar até aquele momento e continuava virgem. Achava a vida o suficientemente prazerosa; gostava de passear pelo parque, ir tomar chá, sair às compras, à ópera e aos bailes. Entretanto, não tinha a mínima ideia do que era a paixão. Tinha um coração defeituoso; pulsava, mas se negava a sentir emoções intensas. O sol era amarelo, nunca dourado. Uma comédia podia ser divertida, nunca hilariante. O chocolate era doce, mas podia prescindir dele com facilidade. Um homem podia ser bonito, mas nenhum a deixava sem respiração. Blanche nunca desejou que a beijassem nenhuma só vez na vida. Fazia muito tempo que se deu conta de que nunca sentiria a paixão pela vida que, supostamente, uma mulher devia sentir. Entretanto, outras mulheres não tinham perdido a mãe durante um motim, um dia de eleições, à idade de seis anos. Blanche estava com sua mãe naquele dia, mas não recordava nada, e tampouco era capaz de lembrar nada de sua vida anterior a aq...
iga que quer se despedir de todo mundo, depois que eu tenha anunciado que seu período de luto terminou. Teria sentido continuar com o luto seis meses mais? Só estaria atrasando o inevitável. Blanche olhou sua melhor amiga. Eram tão diferentes como a noite e o dia. Bess era teatral, vivaz e sedutora; estava em seu segundo casamento e tinha seu vigésimo amante, no mínimo. Não tentava dissimular que desfrutava de todos os aspectos da vida, incluindo a paixão. Blanche tinha quase vinte e oito anos, nunca quis se casar até aquele momento e continuava virgem. Achava a vida o suficientemente prazerosa; gostava de passear pelo parque, ir tomar chá, sair às compras, à ópera e aos bailes. Entretanto, não tinha a mínima ideia do que era a paixão. Tinha um coração defeituoso; pulsava, mas se negava a sentir emoções intensas. O sol era amarelo, nunca dourado. Uma comédia podia ser divertida, nunca hilariante. O chocolate era doce, mas podia prescindir dele com facilidade. Um homem podia ser bonito, mas nenhum a deixava sem respiração. Blanche nunca desejou que a beijassem nenhuma só vez na vida. Fazia muito tempo que se deu conta de que nunca sentiria a paixão pela vida que, supostamente, uma mulher devia sentir. Entretanto, outras mulheres não tinham perdido a mãe durante um motim, um dia de eleições, à idade de seis anos. Blanche estava com sua mãe naquele dia, mas não recordava nada, e tampouco era capaz de lembrar nada de sua vida anterior a aq...

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Comentários:
Mercy: Adorei....
Nair: Muito interessante. bem romântica. gostei. .
Rose: História de amor muito interessante, gostei muito!.
Rosângela: Maravilhoso.
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