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VÍDEO: É O FIM DO MUNDO OU O COMEÇO

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Magia da paixão

Livro: Magia da paixão Página 3

Autor - Fonte: Margaret Mayo

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...olhando-a com insolência. - E sou. Conan sorriu triunfante. - Bom. Segunda de manhã, às nove, então? Lucy sentia o sangue fervendo nas veias. Mas o que poderia e fazer? - Minha mãe não deve estar bem da cabeça - Lucy comentou. - Embora não me surpreenda que ela o tenha perdoado. Valerie é a mulher mais bondosa e gentil que já vi. Meu pai era assim, também. Conan assentiu. como se concordasse. Mas como podia? Estaria se divertindo com ela? Deus, sentia que seu ódio por ele aumentava a cada minuto. - Acho melhor sairmos - ele sugeriu. - Estão querendo fechar. Saíram do restaurante, andando lado a lado até o estacionamento. - Meu pai levou a culpa, sabia? Ele teve pena de Martin Goodfellow, porque sua esposa era inválida, pode acreditar?Jamais entenderei, mesmo que viva cem anos, como pôde perdoar um homem que o trapaceou daquela forma. O carro de Conan era um Porsche Carrera preto, com listras douradas nas duas laterais e a palavra "Porsche" destacada em letras grandes também douradas. Lucy teria ficado impressionada, se não estivesse tão aborrecida. Conan abriu a porta. - Suponho que esse homem devia ser um amigo antigo de seu pai. - De certa forma, sim. Conan segurou seu braço e ajudou-a a entrar no carro. Por que não?, Lucy pensou. Pelo menos, não terei de chamar um táxi. - Martin Goodfellow tinha uma amante, também - ela continuou contando, depois que o carro já estava em movimento. - Meu pai ignorava esse fato. Imagino que não t...
ria sido tão generoso se soubesse que Martin fugira com outra mulher. Conan deu de ombros, como se essa revelação não lhe interessasse. Mas, é lógico, ele não se importava com os sentimentos alheios. O que valia para ele era dinheiro, poder e sucesso. Percorreram em silêncio a pequena distância entre o restaurante e a casa de Lucy no possante Porsche, confortável e compacto. Na realidade, compacto demais, pensou ela, sentindo a proximidade perturbadora de Conan. Era um tipo de homem que não se consegue ignorar facilmente. Atraente, másculo, viril. Que idade teria? Trinta e quatro, trinta e cinco? Seria casado? - Em que está pensando? Sua voz trouxe-a de volta à realidade. Virou-se, e seus olhos se encontraram. - Pensava se você seria casado - admitiu friamente. - Devo me sentir lisonjeado pelo seu interesse? - Não estou interessada. Foi apenas algo que me ocorreu de repente. Mas, se for, sinto pena de sua esposa, sinceramente. - Acha que sou muito cruel para ser um bom marido? Lucy assentiu. - Não há nenhuma sra. Templeton nem ninguém permanente em minha vida, no momento. Está satisfeita sua curiosidade? - Não estava muito interessada - Lucy replicou. Lucy percebeu que não o convencera e sentiu-se aliviada ao ver que haviam chegado. Mesmo antes de o carro parar, já estava com a mão na maçaneta, pronta para descer. - Obrigada pela carona, sr. Templeton. Parou na porta, procurando a chave, mas lembrou-se de que a esquecera ao mudar de bolsa. Que idiota! Conan parou silenciosamente a seu lado, balançando uma chave entre os dedos e sorrindo. - Talvez possa ajudar. - Como conseguiu essa chave? - Lucy indagou, franzindo a testa. - Sua mãe me forneceu uma cópia. - Para que precisaria de uma chave de nossa casa? - Parece óbvio, Lucy. Meu pai vai se mudar para cá, portanto esta será a casa de minha família - ele explicou com exagerada paciência. O coração de Lucy pareceu que ia parar de bater. - Quer dizer que pretende morar aqui? - Adoraria assustá-la dizendo "sim". Mas não, já tenho meu cantinho. Podemos entrar? - perguntou, enfiando a chave na fechadura. Lucy não teve escolha. Parecia que ele tomara conta da situação. Imediatamente a casa pareceu se encher com sua presença. Lucy dirigiu-se à cozinha; tirou o casaco e pendurou-o no encosto de uma cadeira, tentando ignorá-lo. Abriu o refrigerador e encheu um copo de leite, bebendo mais da metade de um gole só. Conan estava encostado no batente, com as mãos enfiadas nos bolsos da calça. Havia afrouxado a gravata, mas mesmo assim estava impecável no seu terno azul-escuro. - Alan também faz parte da C. T. Aços? - ela perguntou de repente. - Está querendo saber se ele também tem algo a ver com a morte de seu pai? - E a expressão de seus olhos se endureceu. - Não ficaria surpresa se fosse verdade - ela replicou. - Na realidade, ele é um dos diretores da empresa, embora não esteja tomando parte ativa nos negócios ultimamente...
sa. Que idiota! Conan parou silenciosamente a seu lado, balançando uma chave entre os dedos e sorrindo. - Talvez possa ajudar. - Como conseguiu essa chave? - Lucy indagou, franzindo a testa. - Sua mãe me forneceu uma cópia. - Para que precisaria de uma chave de nossa casa? - Parece óbvio, Lucy. Meu pai vai se mudar para cá, portanto esta será a casa de minha família - ele explicou com exagerada paciência. O coração de Lucy pareceu que ia parar de bater. - Quer dizer que pretende morar aqui? - Adoraria assustá-la dizendo "sim". Mas não, já tenho meu cantinho. Podemos entrar? - perguntou, enfiando a chave na fechadura. Lucy não teve escolha. Parecia que ele tomara conta da situação. Imediatamente a casa pareceu se encher com sua presença. Lucy dirigiu-se à cozinha; tirou o casaco e pendurou-o no encosto de uma cadeira, tentando ignorá-lo. Abriu o refrigerador e encheu um copo de leite, bebendo mais da metade de um gole só. Conan estava encostado no batente, com as mãos enfiadas nos bolsos da calça. Havia afrouxado a gravata, mas mesmo assim estava impecável no seu terno azul-escuro. - Alan também faz parte da C. T. Aços? - ela perguntou de repente. - Está querendo saber se ele também tem algo a ver com a morte de seu pai? - E a expressão de seus olhos se endureceu. - Não ficaria surpresa se fosse verdade - ela replicou. - Na realidade, ele é um dos diretores da empresa, embora não esteja tomando parte ativa nos negócios ultimamente. Lucy pensou que, qualquer que fosse a ligação de Alan com a companhia, já o tornava implicado no caso de seu pai. - Sua mãe o conheceu numa reunião de credores, na qual se tentou esclarecer toda a situação financeira de seu pai. - O quê?! - Lucy explodiu. - Ela nunca me falou sobre isso. - Posso entender o motivo - ele retorquiu. - Você é uma garota difícil, Lucy Anderson. - Se você não tivesse processado meu pai, ele ainda estaria vivo hoje - Lucy acusou-o. - Ele nos devia dinheiro. - Martin Goodfellow era quem lhe devia o dinheiro, e não meu pai. Não pode entender que aquela firma significava tudo para ele? Era sua vida, e foi praticamente formada do nada. Mesmo quando já podia deixar o trabalho para outros, insistiu em ficar ao lado dos funcionários, Não era apenas uma figura decorativa, sentada em sua mesa contando dinheiro. - Teria sido melhor se fosse. Goodfellow não lhe prestou grandes serviços. Lucy terminou de beber o leite e bateu o copo com força sobre a mesa. - Meu pai não tinha tino para esse lado dos negócios. Ele mesmo admitiu isso, muitas vezes. Confiava em Martin,já que haviam trabalhado juntos por muitos anos. Desconfio que Martin deixou-se levar pela ganância, depois que se envolveu com aquela mulher. Ele a levou para sua própria casa, sabia? - Se eu não o tivesse processado, algum outro o teria feito - Conan afirmou. - Tolice! Compravam todo o aço de vocês. O que deviam aos outros era ninharia. Por que não lhe...
. Lucy pensou que, qualquer que fosse a ligação de Alan com a companhia, já o tornava implicado no caso de seu pai. - Sua mãe o conheceu numa reunião de credores, na qual se tentou esclarecer toda a situação financeira de seu pai. - O quê?! - Lucy explodiu. - Ela nunca me falou sobre isso. - Posso entender o motivo - ele retorquiu. - Você é uma garota difícil, Lucy Anderson. - Se você não tivesse processado meu pai, ele ainda estaria vivo hoje - Lucy acusou-o. - Ele nos devia dinheiro. - Martin Goodfellow era quem lhe devia o dinheiro, e não meu pai. Não pode entender que aquela firma significava tudo para ele? Era sua vida, e foi praticamente formada do nada. Mesmo quando já podia deixar o trabalho para outros, insistiu em ficar ao lado dos funcionários, Não era apenas uma figura decorativa, sentada em sua mesa contando dinheiro. - Teria sido melhor se fosse. Goodfellow não lhe prestou grandes serviços. Lucy terminou de beber o leite e bateu o copo com força sobre a mesa. - Meu pai não tinha tino para esse lado dos negócios. Ele mesmo admitiu isso, muitas vezes. Confiava em Martin,já que haviam trabalhado juntos por muitos anos. Desconfio que Martin deixou-se levar pela ganância, depois que se envolveu com aquela mulher. Ele a levou para sua própria casa, sabia? - Se eu não o tivesse processado, algum outro o teria feito - Conan afirmou. - Tolice! Compravam todo o aço de vocês. O que deviam aos outros era ninharia. Por que não lhe...

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Comentários:
Bruna : Perfeito 18/02/2018 .
Ilda: 28/04/17 Gostei.
Pérola: Mocinha chata e rancorosa, mocinho besta!.
Mary Santos: Nossa é romance lindo fascinante amei demais .
Adriana: Lindo, mesmo. 31052015. Especial de se ler! .
joana silva: lindo, adorei este romance, espero que voçes gostem.
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