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Algo Escandaloso

Livro: Algo Escandaloso Página 2

Autor - Fonte: Christie Kelley

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...rícia Chaves
EDIÇÃO/TEXTO
Tradução: Dorothéa De Lorenzi Grinberg Garcia
Revisão: Patrícia Chaves
ARTE Mônica Maldonado
PRODUÇÃO GRÁFICA Sônia Sassi
MARKETING/COMERCIAL Andréa Riccelli
PAGINAÇÃO Ana Beatriz Pádua

© 2010 Editora Nova Cultural Ltda.
Rua Texas, 111 - sala 20º - Jd. Rancho Alegre - Santana do Parnaíba —
CEP 06515-200 — São Paulo — SP
www.novacultural.com.br
Impressão o acabamento: Prol Editora Gráfica


Capítulo I



Londres, 1817
A porta da residência de Elizabeth se fechou com estrondo, e ela se preparou para o inevitável confronto. Nem mesmo haviam esperado que o mordomo os anunciasse. Com o coração acelerado, Elizabeth ergueu o rosto do bordado e observou o primo Richard surgir, com sua esposa Caroline logo atrás.
— Elizabeth, nós lhe demos seis meses, e continua se recusando a satisfazer meu. nosso simples pedido — disse Caroline, despencando no sofá com um suspiro profundo.
Por que ela, Elizabeth, preci
ava ter aquela mesma conversa com os dois, todos os meses? E pior ainda, por que isso sempre a perturbava tanto? Eles não tinham direitos ali. pelo menos por enquanto.
— Não é o duque para fazer exigências, Richard — disse ela.
— Ainda não — concordou ele com suavidade.
As tentativas de Elizabeth de impedir que o ganancioso casal tomasse conta da casa de seu pai apenas aguçaram as investidas. E, dos dois, Caroline era a mais ambiciosa. Se não fosse por ela, o primo Richard ficaria satisfeito apenas com a mansão em Dorchester. Porém Caroline queria mais. Nunca ficaria satisfeita sendo a esposa de um barão. Desejava ser duquesa e tudo o que vinha com o título, incluindo Kendal House.
Entretanto a casa não pertencia ao casal. nem a Elizabeth.
— Por acaso tem provas de que Edward está morto? — perguntou Elizabeth, fitando Richard. — Não se esqueça de que ele deixou pelo menos um filho com direito à herança antes de você.
— Seu pai, o duque, morreu há dez meses — replicou Richard com agressividade. — O advogado enviou várias cartas a Edward, mas não obteve resposta. Todos sabem dos cruéis selvagens que habitam a América. Edward e sua família provavelmente foram dizimados.
— Edward esteve no Canadá nos últimos cinco anos. — Elizabeth respirou fundo, tentando não perder a paciência. — E até que vocês estejam seguros sobre a sua morte, não têm direito a nada. Kendal House e as terras pertencem ao ducado, até que o falecimento de Edward, principal herdeiro, seja confirmado.
Ela rezava para estar certa. Richard e Caroline iriam dilapidar a fortuna no jogo, roupas e festas. Nenhum dos dois demonstrava interesse em se esforçar para garantir o bem-estar dos inquilinos e a lucratividade das terras.
— É aí que você se engana — retrucou Caroline com um sorriso forçado. — Nosso advogado já está preparando a papelada.
— Uma perda de tempo. e de seu dinheiro. Nada significa. Esta é a residência do duque, e Richard não é o duque.
— Edward se recusa a voltar e reivindicar seu direito à herança — enfatizou Richard.
— Mesmo assim, isso não faz diferença — explicou Elizabeth. — Ele é o duque, quer prefira voltar, quer não. Além disso, dez meses nada significam. Provavelmente precisou desmontar toda a sua casa de York e comprar as passagens para cá. Acrescente-se a isso o tempo gasto com a viagem. Ouvi dizer que os invernos na América são terríveis, portanto talvez não possam ter partido na época esperada.
— Então ele deveria ter mandado uma mensagem. Algo para provar que tinha conhecimento de sua herança — contrapôs Richard.
Caroline balançou a cabeça com veemência.
— No que nos diz respeito, Edward está morto.
— Então o filho de Edward é o herdeiro — replicou Elizabeth.
Deus! Aqueles dois a deixavam louca. Pareciam mais obstinados agora do que meses antes.
— Ah, sim — disse Caroline com displicência. — Mas se ele e Edward mo...

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Comentários:
Marizinha: Esse mocinho é um boneco na maõ da mercenária... Tadinho... Ela dá nojo.
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