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Encontros Com a Verdade

Livro: Encontros Com a Verdade Página 2

Autor - Fonte: ELISA MASSELLI

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...rande, com móveis bem dispostos. A decoração era sóbria, mas bonita. Belos quadros de pintores famosos enfeitavam as paredes. Era toda pintada de branco para contrastar com os móveis escuros. A cortina em verde claro dava ao ambiente muita paz. Ana, assim que viu Marina no corredor e antes de entrarem na sala, disse sorrindo: — Bom dia, Marina. Sabia que hoje você acordaria cedo. Está ansiosa, não está? — Bom dia, Ana. Estou mesmo muito ansiosa. Sabe o quanto esperei por este dia. Finalmente chegou. Espero que Humberto tenha boas noticias. — Na maioria das vezes as noticias, quando partem dele, são boas. Hoje também devem ser. — Estou esperando por isso. Você sabe que, desde que cheguei e fui recebida aqui em sua casa, sempre fiz o possível para aceitar a minha situação e aprender o máximo possível. Acho que estou pronta. — Está sim, você se esforçou muito. Humberto distribui tarefas, forma equipes e com certeza, está chamando você para dizer que participará de uma delas. Poderá, assim, voltar para a Terra e rever os seus. Sei que é o que mais deseja. — É sim, Ana, o que mais quero, desde que cheguei. — Agora não adianta especular sobre esse assunto, está na hora de se encontrar com Humberto e saber do que se trata. Você está muito bonita! — Não sei se estou bonita, mas me esmerei. Quero parecer bem para que ele não relute em me apresentar um trabalho nem em permitir que eu vá até lá em c...
sa para ver como todos estão. Antes de sair, quero lhe agradecer toda a paciência que teve comigo quando cheguei e por ter me recebido em sua casa com tanto carinho. Ana, passando com carinho à mão nos cabelos de Marina, disse sorrindo: — O que é isso, Marina? Você sempre foi uma boa moça e eu entendi a sua situação. Também cheguei aqui muito jovem e também deixei minhas crianças e um marido que amava. Assim como você, por não ter ninguém da minha família nesta cidade, fui recebida pela Otília, que me deu muito carinho e atenção. — Mesmo assim, você foi mais do que uma mãe. Sabe que, de minha família, fui a primeira a chegar. Estava apenas com trinta e dois anos quando tudo aconteceu. Não me conformava com a doença que me atacou nem por ter deixado meus filhos tão pequenos, além do meu marido que sei o quanto me amava. Não entendia por que, apesar de ter tudo para ser feliz, aquela doença apareceu e me afastou deles. — Entendi que tinha razão em pensar aquilo, mas hoje você sabe que foi preciso que tudo aquilo acontecesse e que tanto seu marido como seus filhos precisavam caminhar sem a sua presença. — Sim, hoje sei, mas foi difícil aceitar. Meus filhos eram muito pequenos e eu e meu marido nos amávamos. Éramos uma família feliz e não entendia nem aceitava e para ser sincera, ainda não aceito ter sido necessário abandoná—los. Durante muito tempo eu quis retornar para visitá—los, mas não sei por que, nunca me foi permitido. Agora será diferente, fazendo parte de uma equipe de trabalho poderei visitá—los, saber como estão. Minha filha Berenice, não é mais uma criança, está com quase vinte anos e o Joel, com vinte e quatro. Devem estar se formando. Ela queria ser professora e ele, aviador. Será que foram encaminhados para isso? Será que mudaram de idéia? O Norberto sofreu muito com a minha doença, esteve ao meu lado durante todo o tempo. Além de marido, foi companheiro e até enfermeiro. Como será que ele sobreviveu à minha falta? — Não sei, mas agora você terá a oportunidade de ter todas essas perguntas respondidas. Vá logo! Se continuar conversando, vai se atrasar. Está na hora de ir. Marina disse, sorrindo: — Tem razão! Não sei quando aprenderei a controlar a minha ansiedade. — Esse é o problema de todos nós. Mas vá logo! Assim que Marina saiu, Ana pensou: Ela não imagina o que está para acontecer. Que Deus a proteja e a ajude neste momento. Marina saiu da casa e caminhou por uma praça rodeada por vários prédios. As árvores estavam verdes e muito brilhantes. As flores para ela, naquele dia, pareciam mais coloridas e perfumadas. Passou por uma fonte onde a água jorrava cristalina e com abundância. Parou diante da fonte, molhou as mãos e passou—as pelo rosto. Sentindo o frescor da água, sorriu e continuou andando. Ela já havia passado por aquela praça muitas vezes, mas naquele dia em...
i por que, nunca me foi permitido. Agora será diferente, fazendo parte de uma equipe de trabalho poderei visitá—los, saber como estão. Minha filha Berenice, não é mais uma criança, está com quase vinte anos e o Joel, com vinte e quatro. Devem estar se formando. Ela queria ser professora e ele, aviador. Será que foram encaminhados para isso? Será que mudaram de idéia? O Norberto sofreu muito com a minha doença, esteve ao meu lado durante todo o tempo. Além de marido, foi companheiro e até enfermeiro. Como será que ele sobreviveu à minha falta? — Não sei, mas agora você terá a oportunidade de ter todas essas perguntas respondidas. Vá logo! Se continuar conversando, vai se atrasar. Está na hora de ir. Marina disse, sorrindo: — Tem razão! Não sei quando aprenderei a controlar a minha ansiedade. — Esse é o problema de todos nós. Mas vá logo! Assim que Marina saiu, Ana pensou: Ela não imagina o que está para acontecer. Que Deus a proteja e a ajude neste momento. Marina saiu da casa e caminhou por uma praça rodeada por vários prédios. As árvores estavam verdes e muito brilhantes. As flores para ela, naquele dia, pareciam mais coloridas e perfumadas. Passou por uma fonte onde a água jorrava cristalina e com abundância. Parou diante da fonte, molhou as mãos e passou—as pelo rosto. Sentindo o frescor da água, sorriu e continuou andando. Ela já havia passado por aquela praça muitas vezes, mas naquele dia em especial tinha a sensação de que estava mais bonita. Continuou caminhando, mas alongou os passos. Entrou em um dos prédios que de fora parecia ser muito grande. Já lá dentro, olhou à sua volta e novamente se deslumbrou. Tudo muito limpo e bonito. Belos quadros estavam pendurados nas paredes. Conhecia Humberto, pois várias vezes ele havia ido visitá—la na casa de Ana, mas nunca havia entrado naquele prédio. Sabia que ali as equipes de socorro eram formadas por ele. Caminhou por um imenso corredor e parou diante de uma porta branca. Respirou fundo, bateu levemente e entrou. Foi recebida por um jovem que sorriu e se levantou. — Olá Marina! Bom dia. Estava te esperando. Está tudo bem com você? — Bom dia, Humberto. Estou muito bem, mas pode imaginar a minha ansiedade. Não via a hora que a noite passasse para que pudesse vir falar com você. Ele sorriu e lhe apontou uma cadeira. Ela se sentou e ficou olhando para ele. — Sei que está ansiosa, mas agora pode ficar tranqüila. Finalmente para você o dia chegou. Fará parte de uma equipe muito importante que está partindo para a Terra e poderá visitar sua família. — Fico feliz em saber que vou participar de uma equipe de socorro e muito mais por poder finalmente, rever meus familiares. Foi sempre o que mais desejei desde que cheguei aqui. — Poderá sim, mas não por muito tempo. Terá muito trabalho junto aos outros. — Farei o máximo possível para me sair bem. Prome...
especial tinha a sensação de que estava mais bonita. Continuou caminhando, mas alongou os passos. Entrou em um dos prédios que de fora parecia ser muito grande. Já lá dentro, olhou à sua volta e novamente se deslumbrou. Tudo muito limpo e bonito. Belos quadros estavam pendurados nas paredes. Conhecia Humberto, pois várias vezes ele havia ido visitá—la na casa de Ana, mas nunca havia entrado naquele prédio. Sabia que ali as equipes de socorro eram formadas por ele. Caminhou por um imenso corredor e parou diante de uma porta branca. Respirou fundo, bateu levemente e entrou. Foi recebida por um jovem que sorriu e se levantou. — Olá Marina! Bom dia. Estava te esperando. Está tudo bem com você? — Bom dia, Humberto. Estou muito bem, mas pode imaginar a minha ansiedade. Não via a hora que a noite passasse para que pudesse vir falar com você. Ele sorriu e lhe apontou uma cadeira. Ela se sentou e ficou olhando para ele. — Sei que está ansiosa, mas agora pode ficar tranqüila. Finalmente para você o dia chegou. Fará parte de uma equipe muito importante que está partindo para a Terra e poderá visitar sua família. — Fico feliz em saber que vou participar de uma equipe de socorro e muito mais por poder finalmente, rever meus familiares. Foi sempre o que mais desejei desde que cheguei aqui. — Poderá sim, mas não por muito tempo. Terá muito trabalho junto aos outros. — Farei o máximo possível para me sair bem. Prome...

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