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Amor sem preço- Jessica Blake

Livro: Amor sem preço- Jessica Blake Página 2

Autor - Fonte: Jessica Blake

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...angkok e os passageiros ficaram no aeroporto durante algum tempo, podendo fazer compras nas lojinhas ou tomar aperitivos no bar, ela permanecera isolada, sem procurar companhia ou encorajar a aproximação de qualquer pessoa.
Para ele, essa atitude reservada numa pessoa tão jovem parecia pouco natural. A seu ver, não se tratava de timidez, mas sim de apatia, um profundo desinteresse por tudo que a cercava. Só diante do magnífico e resplandecente panorama de Hong Kong é que ela se manifestou pela primeira vez demonstrando um certo entusiasmo. Olhou pela janelinha do avião e seus olhos brilharam na expectativa do contato com aquela cidade exótica.
Ele, então, aproveitou para puxar conversa.
- É a primeira vez que vem a Hong Kong?
Ela balançou a cabeça afirmativamente.
- E quanto tempo pretende ficar?
- Dois anos. - Em seguida acrescentou: - É o mínimo para quem faz estágio no exterior.
Um leigo não teria entendido o que ela disse, entretanto ele comentou: - Ah, ent
o você é médica!
- É. sou recém-formada.
- Só poderia ser mesmo, sendo assim tão jovem!
Pela primeira vez ela olhou realmente para ele. Durante todo o vôo, ela mal prestara atenção ao gentil senhor que viajava a seu lado e agora que o avião parara na pista, os passageiros desapertavam os cintos, aliviados por aquela viagem de vinte horas ter chegado ao fim, ela sentiu remorso de tê-lo ignorado. Só então notou que o olhar dele era meigo e paternal.
- Quer dizer que vai trabalhar como médica-residente. - Ele pestanejou. - Eu entendo bem da profissão, minha jovem, afinal eu a exerci durante vários anos. Posso lhe perguntar em que hospital vai ficar?
- No Kinsale.
Diana percebeu uma expressão de surpresa e satisfação no rosto dele, mas não havia tempo para prolongar a conversa. A viagem terminara. Os passageiros estavam reunindo as bagagens de mão e se preparando para desembarcar. Gentilmente ele pegou o casaco de Diana que estava no bagageiro acima do assento e entregou a ela.
- Naturalmente deve ter alguém esperando por você, não é?
- Tem sim, obrigada. Fui avisada de que mandariam um carro para me buscar.
- Então vou me despedir de você e desejar-lhe boa sorte. Sem dúvida terei o prazer de encontrá-la de novo. Mais cedo ou mais tarde todo mundo acaba se encontrando nesta cidade.
Ele inclinou a cabeça cortesmente e se afastou. Ela chegou a lamentar quando se viu sozinha. Realmente, mergulhar na confusão daquele aeroporto de Kai Tak era uma experiência assustadora para quem não conhecia o Oriente. O ruído de vozes era ensurdecedor e a babel de línguas que ouvia era impressionante, mas, afinal, Diana conseguiu passar por todas as formalidades de passaporte, visto, alfândega e saiu para a rua. O que viu então foi espantoso.
Logo ali, perto da saída, havia um amontoado de jovens chineses cada um segurando uma placa; umas anunciavam hotéis, outras traziam os nomes dos passageiros por quem estavam esperando. Alguns nomes eram gritados pelo alto-falante, misturando-se ao som de conversas, sininhos e risadas.
- Sr. e sra. Kellee atenção! Sr. e sra. Kellee! Estão sendo aguardados no saguão de chegada da primeira classe. Coronel Parker, atenção! Coronel Parker, atenção. seu carro está à sua espera no estacionamento. Favor dirigir-se ao guichê 5 para pegar as chaves!
E de repente Diana ouviu seu nome sendo chamado. Assustou-se. Ficou um instante confusa sem saber direito para onde ir, enquanto procurava na bolsa dinheiro para pagar o carregador. Ainda nem sabia direito o valor daquelas moedas.
- Doutora Freeman, atenção! Doutora Freeman, favor dirigir-se ao guichê 6. guichê 6 por favor!
O carregador já havia desaparecido e lá estava ela com três malas sem saber como fazer para carregá-las ao mesmo tempo. E ainda por cima como é que iria saber onde ficava esse guichê 6? Mas é claro, devia ser no saguão de entrada. Precisava arranjar outro carregador! Ou então teria que deixar a bag...

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