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A noiva das terras altas

Livro: A noiva das terras altas Página 2

Autor - Fonte: HANNA HOWELL

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... pessoas que vivem em suas terras de dote quando virem uma garota como você reclamar a posse. — Mamãe pensa assim também e procurou cercar-se de alguma 8 segurança. Parece que não irão se importar. É apenas uma pequena fortaleza com poucas pessoas, e ela teve a impressão de que irão receber bem qualquer um. O único que chamam de líder é um intendente idoso. Por isso mesmo estão um bocado inseguros sobre o futuro. — Isso conta em seu favor, então — assentiu James. — Por que tenho a impressão de que você pretende se estabelecer em suas terras? Gillyanne deu de ombros outra vez. Porém havia dentro dela uma inquietude que não conseguia compreender. Amava profundamente a família, mas eles apenas pareciam tornar aquela inquietude pior. Talvez se tivesse suas próprias terras para cuidar pudesse se sentir útil e assim saciar a fome que lhe consumia as entranhas. Havia outra razão. Tinha um sabor muito parecido com o da inveja, porém ela descobrira que era cada vez mais difícil estar ao lado de tantos casais tão felizes, de observar seus primos constituírem suas próprias famílias. Cada novo nascimento a que comparecia era, para ela, uma mescla de prazer e sofrimento crescentes. Ela logo completaria vinte e um anos e nenhum homem a fitara de maneira mais calorosa. As viagens à corte tinham sido penosas, prova de que os homens simplesmente não a julgavam desejável, e todo amor e conforto da família realmente não suavizavam esse espinho que a magoava. Por vezes, se zangava consigo mesma. Não precisava de um homem para sobreviver, sabia que poderia ter uma vida plena e feliz sem nenhum homem a seu lado. Porém, junto com essa certeza havia o fato de que ansiava por paixão, por amor e especialmente por filhos que um marido poderia lhe dar. — Se você se esconder aqui, como vai encontrar um marido? — perguntou James, trazendo-a de volta à realidade. — Não pensei que fosse um problema que eu precisasse enfrentar, primo. Se ...
ouver um par para mim, e eu tenho poucas provas de que exista um, ele poderá me encontrar aqui tão facilmente como poderia em Dublin ou na corte do rei. 9 James sorriu. - Você fala como se estivesse desistindo. Elspeth e Avery eram quase da sua idade quando encontraram seus maridos. — Quase, mas mesmo assim mais jovens. Creio que também experimentaram o ocasional comichão de interesse dos homens com quem se casaram. — Ela sorriu para o primo quando ele franziu a testa. — Não se preocupe. Minhas primas encontraram seus parceiros em lugares inesperados. Quem sabe eu também encontre. — Gillyanne enveredou por uma fieira de árvores e anunciou. —- Ah, e eis que surgem. Meu castelo e minhas terras. Ald-dabhach obviamente consistia de pouco mais que uma torre fortificada. No decorrer dos anos, duas pequenas alas haviam sido acrescidas à torre e ela era agora rodeada por uma alta e resistente muralha. Assentada sobe uma colina íngreme, era facilmente protegida. A minúscula vila que se instalara sob sua sombra parecia limpa, os campos ao redor eram bem cuidados ou usados como pastagem para o gado e as ovelhas. Um regato serpeava seu trajeto por trás da fortaleza, o sol poente a tornar as águas fulgurantes. Era, decidiu Gillyanne, um local bastante bonito, e ela esperava que fosse tão pacífico como parecia quando incitou a montaria para os portões. — É robusta — disse James ao se postar perto de Gillyanne sobre as muralhas da fortaleza, depois do jantar. Gillyanne riu e concordou. Não havia muito mais a dizer a respeito da propriedade. Era limpa, porém tinha pouco daqueles toques femininos tais como toalhas de linho para as mesas no salão. Não era de surpreender, já que uma maioria de homens morava em Ald-dabhach. Havia aquelas mulheres que dormiam dentro da fortaleza, duas mais velhas casadas com soldados, e uma garota muito tímida de seus doze anos, a filha da cozinheira. Sir George, o intendente, estava na casa dos sessenta e er ...

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Comentários:
Malu Nunes: Que estória maravilhosa! Estou apaixonada por esse viking de coração gigante e por essa mocinha que parece uma onça de tão feroz. Um casal de aço...adorável. Acho que nunca ri tanto ao ler um romance. Vale cada linha..
Ana Flávia: Gostei muito!!! Eu e minha irmã Maria adoramos esse livro. Prende do início ao fim..
Cássia : Lindo!!! Amei!!!.
Rafa: Ja to na pg 40 e nao to vendo nada d tao interessante nessa estoria mocinho bobao mocinha sem graca .
Aninha: Maravilhoso!!!S.
Rose: Que livro maravilhoso divertido e quente . Muitas ideias de como apimentar um relacionamento, demais !!.
Maria Dalvana: O livrinho quente q moça destemida sabe o q quer e corre atrás amei.
Paula: Muito bom!!!.
Agnes: Maravilhoso, amo histórias com heroínas bravas e destemidas, engraçado também!.
Aninha: Lindo amei ri muito..
ge : maravilhoso, o livro e muito engraçado..
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