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Amor Inocente

Livro: Amor Inocente

Autor - Fonte: Elizabeth Bailey

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... Título original: An Innocent Miss (Elizabeth Bailey) Digitalização: Polyana Revisão: Edna Fiquer Copyright © 2001 by Harlequin Books Originalmente publicado em 2001 pela Silhouette Books, divisão da Harlequin Enterprises Limited. Tradução: Maria Elizxabeth H. Neilson Editora e Publisher: Janice Florido Editora: Fernanda Cardoso Editoras de Arte: Ana Suely S. Dobón, Mônica Maldonado Paginação: Dany Editora Ltda. EDITORA NOVA CULTURAL LTDA. Copyright para a língua portuguesa: 2003 EDITORA NOVA CULTURAL LTDA. Este livro faz parte de um projeto sem fins lucrativos. Sua comercialização é estritamente proibida. RESUMO: Como provar sua inocência? Inglaterra, 1811. Certo de que seus sentimentos por Serena eram recíprocos, George, visconde de Wyndham, ficou surpreso, e depois enraivecido, quando sua proposta de casamento foi sumariamente recusada. Afinal, o que acontecera? Serena havia se apaixonado por outro homem? Ou os rumores infundados de que George pertencia ao mesmo círculo de amizades do inescrupuloso marques de Sywell teriam chegado aos ouvidos dela? Serena relutava em acreditar que George fosse um devasso e libertino. Embora não conseguisse negar a intensidade de sua própria reação ao beijo apaixonado que haviam trocado, como provar que não havia verdade no que diziam sobre a reputação dele? CAPITULO I Outubro, 1811 O tique-taque do relógio antigo sobre a cornija da lareira parecia ganhar volu¬me à medida que o silêncio se prolongava. Tenso, o jovem visconde fitou o cavalheiro de meia-idade. Teria escutado mal, perguntou-se irritado, o choque provoca¬do pela surpresa tornando os olhos cinzentos de Wyndham ainda mais frios. Alto e imponente, o nobre vestira-se corretamente para a ocasião, a calça e casaco escuros encobrindo os contornos dos músculos rijos. Todavia, apesar da notó¬ria elegância, ninguém poderia acusar George Lyford, visconde Wyndham, de ser um dândi. Não lhe ag ...
ada¬vam roupas extravagantes e cultivava hábitos pessoais simples, preferindo não adotar as afetações impostas pela moda, como o uso do monóculo, por exemplo. Aos vinte e sete anos, adquirira um certo ar de cinismo, típico de alguém conhecedor de quase todos os prazeres do mundo. A última coisa que esperara, portanto, fora sucumbir aos encantos de uma jovem inexperiente. Porém, o que mais o assombrava, era estar sendo rejeitado ao pedir a mão da srta. Serena Reeth em casamento. Por um momento, Wyndham não soube o que dizer. O orgulho ferido. — Eu o entendi corretamente, sir? — indagou afinal. — Você se recusa a me conceder a mão de Serena? Lorde Reeth pigarreou, antes de repetir: — Minha filha, sir, não será sua esposa. — Por que não? — explodiu o visconde, exasperado. Reeth permaneceu em silêncio e Wyndham, irritado com a indiferença do velho barão, passeou o olhar im¬paciente pela biblioteca espaçosa. Apesar das paredes repletas de livros, das poltronas de couro e do cande¬labro sobre a escrivaninha, faltava aconchego e calor ao local. De pé junto à lareira, lorde Reeth, com sua cabeleira branca e o nariz adunco que, graças aos céus, não transmitira à bela Serena, revelava-se uma figura ma¬jestosa. De estatura mediana, vestia-se com a sobrie¬dade apropriada aos seus anos e portava-se como se esperasse pronta obediência de todos que o cercavam. — Você está me rejeitando por que não me interesso pela política? — Se eu desse importância a isso, caro rapaz, pro¬curar um marido respeitável para minha Serena seria um esforço vão. — Então o que me torna tão inadequado? Não quero me gabar, milorde, porém em geral consideram-me um bom partido. Na verdade Wyndham estava sendo modesto. Her¬deiro do condado de Kettering e dono de imensa for¬tuna, teria sido quase absurdo pensar que um mero barão viesse a repudiar sua proposta. Pois fora o que acontecera. Como o outro nada respondesse, o visconde ...

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Comentários:
Sara: Muito bom.
Paula: Gostei!.
Adriana: É até bom, mas muito arrastado. 01052016..
JO: muito bom..
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