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VÍDEO: É O FIM DO MUNDO OU O COMEÇO

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Prova de ternura

Livro: Prova de ternura

Autor - Fonte: Amanda Lee

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...Logical Choice Amanda Lee Momentos Íntimos Extra Tarja nº 23.1 Sob o olhar de espanto de Blake Hamilton, Diana Adams levanta-se da cama e começa a juntar as roupas espalhadas pelo quarto. Não importa que ele tenha acabado de pedi-la em casamento. Ela vai embora. Não pode viver com um homem que utiliza um método tão mesquinho para escolher uma esposa. No entanto, seduzida pelo corpo másculo entre os lençóis, tem uma ideia. E se o submeter a uma prova semelhante, à sua maneira? Se ele passar no teste. LOGICAL CHOICE © 1986 Ruth Glick e Eileen Buckholtz Originalmente publicado pela Silhouette Books, Divisão da Harlequin Enterprises Limited. PROVA DE TERNURA © 1988 - para língua portuguesa EDITORA NOVA CULTURAL LTDA. Todos os direitos reservados, inclusive o direito de reprodução total ou parcial, sob qualquer forma. Esta edição é publicada através de contrato com a Harlequin Enterprises Limited, Toronto, Canadá. Silhouette, Silhouette Desire e o colofão são marcas registradas da Harlequin Enterprises B.V. Tradução: Alexandra Fuchs de Araújo NOVA CULTURAL: Av. Brig. Faria Lima, 2000 3º andar — CEP 01452 — São Paulo — SP — Brasil Caixa Postal 2372 Esta obra foi composta na Editora Nova Cultural Ltda. e impressa na Artes Gráficas Guaru S.A. CAPÍTULO I Diana Adams arrumava cuidadosamente alguns folhetos do programa numa mesa perto da entrada da sala de conferências. Sentia-se perfei...
amente à vontade em sua roupa de palhaço e aquela maquilagem extravagante deixava-a com um sorriso eterno no rosto brilhante de tanta purpurina. Acabado aquele serviço, levantou os olhos e notou que um homem com expressão perplexa se aproximava. Com certeza, ela pensou, ele não estava entendendo o que se passava ali. Afinal, devia estar esperando encontrar uma recepção tradicional, com moças bem vestidas e maquiladas, como seria próprio para um seminário na área de administração de empresas. Ao ver que o homem se preparava para se retirar sem nem procurar entender o que se passava, Diana correu para ele e pousou os dedos esguios em seu ombro: — Posso ajudá-lo, senhor? Blake Hamilton hesitou por um momento. Finalmente deixou escapar um sorriso. — Pode me dizer onde será a palestra sobre Criatividade em Métodos Administrativos, da Assessoria em Gerenciamento? — Perguntou para a pessoa certa, Blake. Siga-me, garotão — Diana respondeu, divertindo-se com o espanto do homem ao ser tratado pelo primeiro nome. Provavelmente, não se dera conta de que ela obtivera a informação no crachá de identificação que usava. — Aposto que seu chefe na Computadores Galaxy vai gostar das idéias expostas nesta palestra — Diana continuou, ainda baseada nas informações do crachá. — Oh, eu não sei. O presidente da Galaxy é um pouco conservador e fã dos métodos tradicionais — ele sorriu novamente. — Ele deve ser um velho ranzinza. Mas, com as técnicas que vai aprender aqui hoje, você estará em excelente posição para sucedê-lo quando ele se aposentar. Blake riu outra vez. — Vai levar muito tempo para isso. Agora diga-me, o que você faria para convencê-lo a assistir a essa palestra? — Eu lhe diria que tem que ficar atualizado ou um espertalhão como você pode pegar o seu lugar. — Quer dizer que colocaria meu chefe contra mim? — Você está começando a me interpretar mal. Mas a minha obrigação é fazer com que o máximo de pessoas possível assistam à palestra. Blake encaminhou-se até a porta da sala de conferências e deu uma olhada. Lá dentro, as pessoas se agrupavam de acordo com as determinações dos organizadores, que eram pessoas vestidas normalmente, o que fez com que ele se sentisse mais seguro. Contudo, a lógica lhe dizia que não deveria ficar, e que ganharia mais se assistisse à palestra concorrente, "Comunicação para Executivos". Ao ver que hesitava, Diana pediu-lhe, com a voz sensual: — Não vá embora. — Dê-me uma boa razão para ficar. — Pensei que já tinha dado. — Eu falei uma boa razão. Diana olhou-o de cima a baixo, tão indiscretamente que ele chegou a ficar corado. — Que tal se eu disser que dentro da sala ainda não há nenhum homem com um metro e noventa de altura, ombros largos e fascinantes olhos acinzentados? Blake piscou os olhos. Evidentemente, não estava acostumado a ser abordado tão diretamente, e o choque foi tão grande que não sabi...
nicas que vai aprender aqui hoje, você estará em excelente posição para sucedê-lo quando ele se aposentar. Blake riu outra vez. — Vai levar muito tempo para isso. Agora diga-me, o que você faria para convencê-lo a assistir a essa palestra? — Eu lhe diria que tem que ficar atualizado ou um espertalhão como você pode pegar o seu lugar. — Quer dizer que colocaria meu chefe contra mim? — Você está começando a me interpretar mal. Mas a minha obrigação é fazer com que o máximo de pessoas possível assistam à palestra. Blake encaminhou-se até a porta da sala de conferências e deu uma olhada. Lá dentro, as pessoas se agrupavam de acordo com as determinações dos organizadores, que eram pessoas vestidas normalmente, o que fez com que ele se sentisse mais seguro. Contudo, a lógica lhe dizia que não deveria ficar, e que ganharia mais se assistisse à palestra concorrente, "Comunicação para Executivos". Ao ver que hesitava, Diana pediu-lhe, com a voz sensual: — Não vá embora. — Dê-me uma boa razão para ficar. — Pensei que já tinha dado. — Eu falei uma boa razão. Diana olhou-o de cima a baixo, tão indiscretamente que ele chegou a ficar corado. — Que tal se eu disser que dentro da sala ainda não há nenhum homem com um metro e noventa de altura, ombros largos e fascinantes olhos acinzentados? Blake piscou os olhos. Evidentemente, não estava acostumado a ser abordado tão diretamente, e o choque foi tão grande que não sabia como replicar. Sentindo-se em vantagem, Diana continuou: — Venha, dê-me uma chance. Aposto como vai se divertir comigo. — E se não me divertir? — Blake desafiou-a, entrando no jogo dela, com um ar entre curioso e assustado. — Não será por falta de esforço meu — ela respondeu, convidativa, embora começasse a ficar com medo de que ele a levasse muito a sério. — Está bem, você venceu — ele cedeu. — Desde que prometa não jogar tortas na minha cara nem me molhar com um jarro d\'água. — Não se preocupe. Só usamos esses argumentos com pessoas que discordam de nossos métodos — sorriu, piscando para ele. Blake piscou de volta, olhando-a significativamente, o que a fez ver que ele realmente a levara muito a sério. Um pouco sem jeito, Diana acompanhou Blake Hamilton até o interior da sala de conferência. Ainda bem que deixara seu crachá de identificação no uniforme da companhia e que aquela maquilagem de palhaço escondia completamente seu rosto. Sempre tivera um comportamento muito formal no ambiente de trabalho e nunca chegara ao ponto de tratar um homem daquela forma. Estava chocada consigo mesma. "Aquilo só podia ser por causa da roupa de palhaço!", pensou. Jim Williams, seu chefe, lhe prevenira de que coisas daquele tipo podiam acontecer quando a verdadeira personalidade de uma pessoa ficava escondida sob uma fantasia. Ela não o levara muito a sério e agora via o resultado. Blake Hamilton colocou a mão sobre a manga colori...
a como replicar. Sentindo-se em vantagem, Diana continuou: — Venha, dê-me uma chance. Aposto como vai se divertir comigo. — E se não me divertir? — Blake desafiou-a, entrando no jogo dela, com um ar entre curioso e assustado. — Não será por falta de esforço meu — ela respondeu, convidativa, embora começasse a ficar com medo de que ele a levasse muito a sério. — Está bem, você venceu — ele cedeu. — Desde que prometa não jogar tortas na minha cara nem me molhar com um jarro d\'água. — Não se preocupe. Só usamos esses argumentos com pessoas que discordam de nossos métodos — sorriu, piscando para ele. Blake piscou de volta, olhando-a significativamente, o que a fez ver que ele realmente a levara muito a sério. Um pouco sem jeito, Diana acompanhou Blake Hamilton até o interior da sala de conferência. Ainda bem que deixara seu crachá de identificação no uniforme da companhia e que aquela maquilagem de palhaço escondia completamente seu rosto. Sempre tivera um comportamento muito formal no ambiente de trabalho e nunca chegara ao ponto de tratar um homem daquela forma. Estava chocada consigo mesma. "Aquilo só podia ser por causa da roupa de palhaço!", pensou. Jim Williams, seu chefe, lhe prevenira de que coisas daquele tipo podiam acontecer quando a verdadeira personalidade de uma pessoa ficava escondida sob uma fantasia. Ela não o levara muito a sério e agora via o resultado. Blake Hamilton colocou a mão sobre a manga colori...

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Mônica borges: E bom mais ficou inacabado o final..
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